22 de setembro de 2021 - 06:08

Eventos

Lançamento Do livro: “CADA MEMÓRIA VIVIDA” 07 Agosto SESC Arsenal

Lançamento e sessão de autógrafos

Do livro“CADA MEMÓRIA VIVIDA”

 

Uma obra rica de sentimentos espontâneos, condensados em palavras bem escolhidas.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        

Dia:07/agosto/2021 às 18 horas - Local:Sesc Arsenal(Porto)

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A Umanos Editora fará o lançamento presencial do livro Cada Memória Vivida, autoria de Mateus Elias Cruz Antunes. Esta é uma obra poética, diferente do que a literatura atual produz quase industrialmente e deve ser lida por todos. A produção imortaliza poemas do autor, cuja concepção ocorreu em diversos momentos da vida dele, e, que propiciam reflexões, apresentadas aqui para os apreciadores da arte literária, no perpasse pelo deleite de uma escrita bem pensada, com ponderações propostas para cada estrofe.

 

Está presente no livro uma atenção dedicada à estética, ao lirismo e à qualidade textual que explicitam o que um conjunto poético tem de melhor, condição que caracteriza o aspecto de ineditismo da obra. O cuidado e o esforço na composição destas odes revelam a incrível capacidade com que essa construção inspiradora foi estruturada.

 

Os versos contidos em Cada Memória Vivida vão dos assuntos mais triviais às questões mais caras. A cada poema, nota-se uma atmosfera diferente, em consonância com as mensagens das palavras, escritas não para serem só lidas, mas sim declamadas em voz alta. A literatura do autor não terceiriza a função de criar sentido.

 

Mateus Elias tem 23 anos e nasceu em Cuiabá/MT. É faixa preta de karatê, tocador de viola de cocho, flautista, acadêmico de engenharia civil na UFMT e escritor. Nas redes sociais é conhecido como Xomano do Saber, publicando textos e vídeos no YouTube e no blog Memórias do Xomano.

 

 

Serviço:

  

Título do livro: “CADA MEMÓRIA VIVIDA”.

Páginas: 84 / Edição: 1ª / Preço: de capa R$ 39,90

(Formato: 14,5x21cm / Acabamento: Brochura / Categoria: poesia, lirismo, literatura brasileira.

Publicação e Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2021. (www.umanoseditora.com.br)

 

 


Lançamento virtual do livro “BEM-NASCER & BEM-VIVER - Caminhos e visões da preconcepção aos primeiros anos de vida”.

Dia: 09/Julho/2021 às 19h (horário de Brasília) - Via Instagram, com os Coautores(as) Local: Perfil da Umanos Editora - @umanoseditora

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A Umanos Editora fará o lançamento virtual do livro “BEM-NASCER & BEM-VIVER - Caminhos e visões da preconcepção aos primeiros anos de vida”.


Esta é uma obra que apresenta caminhos não convencionais de cuidados desde a pré-concepção, gestação, parto, pós-parto aos primeiros anos de vida da criança. É uma leitura que amplia o repertório de práticas e olhares para que as mulheres e as famílias sejam consideradas além dos aspectos fisiológicos.


O livro reúne um time de 25 profissionais brasileiros que abordam sobre o universo do que vem antes da concepção até aos primeiros anos de vida, com temáticas sobre amamentação, exterogestação, sono infantil, poder do toque, parto domiciliar, dentre outros.

 

O leitor vai encontrar práticas a exemplo da hipnose na gestação como um caminho de preparação mental para experiência do parto e do pós-parto, o cuidado com as ervas aliado aos estudos científicos - fitoterapia, fisioterapia pélvica, renascimento, empoderamento do acompanhante do parto e os benefícios do yoga nesse período. Além de práticas terapêuticas que podem ser aplicadas em vários momentos da jornada do ser humano.


Indicado para profissionais que atendem famílias no ciclo gravídico puerperal, aos que trabalham com a primeira infância, mulheres e famílias que possuem desejo de conceber, gestando, ou que estejam no momento inicial de maternagem, como também a todos que se encantam por esse universo. Descubra mais sobre como o poder do cuidado amoroso dos que olham com valor para esses lugares que caracterizam o início da vida contribui para que as experiências de nascimento se tornem mais fluidas e prazerosas.


A organização do livro é da psicóloga e doula Ana Mateoli, terapeuta e consultora em aleitamento materno, juntamente com psicólogo, jornalista e editor, Jair Donato. Publicação da Umanos Editora


Serviço:


Título do livro: “BEM-NASCER & BEM-VIVER - Caminhos e visões da preconcepção aos primeiros anos de vida”.
Páginas: 308 / Edição: 1ª / Preço: de capa R$ 60,00 - Pré-lançamento no Site: R$ 50,00
Formato: 15,5x22,5cm / Acabamento: Brochura / Categoria: pré-concepção à primeira infância
Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2021. (www.umanoseditora.com.br)


DIVINO ARBUÉS E JOÃO ORMOND LANÇAM MÚSICAS EM CANTOS DO MATO

 

                O dia 18/06/21 é a data de lançamento nas plataformas digitais do álbum Cantos do Mato, que traz 10 músicas compostas em parceria pelos cantores Divino Arbués e João Ormond, além de contar com participações muito especiais da cantora Ana Rafaela, completando o brilho dessa reunião inédita.

                 “Cantos do Mato” é importante, dentre outras coisas, por registrar a junção da musicalidade e criatividades desses consistentes protagonistas da música feita em Mato Grosso. O fato de suas composições terem se consolidado e angariado público ao longo dos últimos 15 anos, já fala por si só, pela qualidade e autenticidade das músicas de cada autor, que, além de oferecer pesquisas de ritmos e temas, entregam conteúdo da história, dos saberes e falares do povo de cada uma de suas regiões sem, entretanto, abrirem mão da música romântica e dos ritmos como o xote e o pagode.

               Esse álbum é, portanto, um documento da criatividade e riqueza cultural, contemplando a influência da cultura andina, amazônica e Tupi, que dão origem a tantos estilos da música em Mato Grosso. Nessa origem, também, adiciona-se a riqueza das influências trazidas pelos pioneiros nordestinos que vieram, em longas viagens, muitas vezes a pé, para tentar a vida nos garimpos do Araguaia, trazendo em seus embornais elementos da folia, do repente e outros assimilados da cultura portuguesa, espanhola, enfim, europeia, que se fundiu com as influências africanas tão presentes da música baiana. A esse mosaico, somam-se as vertentes do período da afluência de imigrantes mineiros e paulistas, que trouxeram a catira, a viola caipira, e, um pouco mais à frente, dos gaúchos e imigrantes dos demais estados da região sul.

               O repertório também possibilita que novas gerações possam ter acesso a essa linguagem artística, com duas autênticas vertentes da música mato-grossense, com Divino Arbués representando a região do Araguaia e João Ormond, mostrando as influências hispânicas na música pantaneira. Outro ponto a ser destacado são as belas participações da cantora Ana Rafaela, coroando as parcerias com o molho da energia cuiabana.

                A gravação do álbum tem o apoio da SECEL-MT, Edital Nascentes, por meio da lei Aldir Blanc via governo federal.

Serviço:

MÚSICAS:

Barca dos Amores

Flor do Cerrado

Te ver por Aqui

Pedra Preciosa

O Castelo

Nunca é tarde pra Brilhar

Você no meu Mundo

Saudade Faceira

Quadrante

Quando o Xote Começou


Lançamento Tratado Contemporâneo de Polícia Judiciária- Vol. 3, dia 26 junho às 19h

Lançamento

Do livro:“Tratado Contemporâneo de Polícia Judiciária- Vol. 3

Escrito por 32 Delegadas brasileiras da Polícia Civil e Federal                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

Dia: 26/Junho/2021 às 19h- Via Instagram com todas as Coautoras Local: Instagram da Umanos Editora - @umanoseditora

 

A Umanos Editora fará o Lançamento do primeiro livro que reúne 32 mulheres, Delegadas da Polícia Civil de diversos estados brasileiros e da Polícia Federal. Trata-se de uma produção que apresenta o olhar feminino sobre a visão da autoridade policial, à luz de temas inerentes às atividades policiais e correlatas, como interpretações de crimes infrações penais, dentre outros. A obra compõe o terceiro volume da Coletânea “Tratado Contemporâneo de Polícia Judiciária”. O primeiro volume foi lançado em 2019 e o segundo foi 2020, ambos escritos por coautores Delegados.

 A expectativa desta produção é o reforço do protagonismo das Delegadas de Polícia dentro do sistema de persecução penal e do sistema de justiça criminal no país, quedemonstram cada vez mais competência e habilidades nas ações de segurança pública. Elas apresentam temas contemporâneos, paralelos aos assuntos que são discutidos na mídia, no mundo acadêmico do direito e principalmente da atividade policial. A organização da obra é da Delegada Jakelline Barros e dos Delegados Joaquim Letão Júnior e Bruno Lima Barcelos

 Dentre a série de assuntos aqui expostos, destacam-se a intervenção constitucional do delegado de polícia, autuação em flagrante delito, controle de convencionalidade, pacote anticrime, nova lei de abuso de autoridade, imunidade parlamentar, quebra de sigilo, feminicídio, identidade e violência de gênero, LGBTQIA+, violência virtual contra a mulher, sextor são, crimes em redes sociais, maus tratos a animais domésticos, o papel da polícia judiciária junto a parcerias com a sociedade civil, fakenews e democracia, dentre demais temáticas ligadas aos desafios que também são enfrentados pelas mulheres delegadas.

 Este livro trata-se de uma contribuição importante para a discussão de profissionais, indicado para concursos públicos, consultas no dia a dia da atividade policial e principalmente para o meio acadêmico, na formação de novos operadores do direito com uma visão dada pela autoridade policial, primeiro garantidor de direitos e garantias fundamentais da República Federativa do Brasil.

 Serviço:

 Título do livro: Tratado Contemporâneo de Polícia Judiciária- Mulheres Delegadas - vol. 3

Páginas: 384 / Edição: 1ª / Preço: R$ 120,00 / Formato: 15,5x22,5cm / Acabamento: Brochura

Categoria: Direito policial.

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2021. (www.umanoseditora.com.br)

 

Atenciosamente,

 NELITON GOIS

Diretor de Marketing - Umanos Editora

Cel: (65) 9 9629-3453/  E-mail: [email protected]


CIRANDA DE DEUSAS/II 05/06, SÁBADO, às 17h30m (Brasília)

CIRANDA DE DEUSAS/II

Ciranda de Deusas – círculo perfeito, símbolo feminino de proteção – é uma ação literária do Projeto Enluaradas com o desejo poético de divulgar autoras de diversos coletivos literários e ainda convidá-las a conhecer as várias ações que o Movimento Literário Enluaradas vem executando desde Janeiro de 2021, sob a coordenação das poetas parceiras enluaradas e cirandeiras Patricia Cacau e Marta Cortezão.

O evento de hoje, 05/06, SÁBADO, às 17h30m (Brasília), será transmitido, simultaneamente, via canal do Youtube Banzeiro Conexões e Facebook, no Grupo e Página Enluaradas e contaremos com a participação das autoras Deusas Enluaradas e Cirandeiras da Poesia:

Janete Manacá – poeta, escritora, paranaense mora em Cuiabá há 39 anos. Formada em Serviço Social, Comunicação Social e Filosofia pela UFMT. Autora de oito livros de poesia, dois infantis e um de narrativas. As protagonistas das suas poesias são: a Mãe Terra, as ancestrais e as mulheres em conexão com o sagrado útero planetário.

 Joelma Queiroz – de Salvador/BA, pedagoga, psicopedagoga. Pós- graduada em Alfabetização, Literatura Infantil e Psicomotricidade. Coordenadora do Canal Jó conta e encanta no Youtube, contando histórias por uma educação humanista. Autora de livros infantis, entre eles: “Cadê minha gatinha” e “O Renascer da Floresta” (editora Tear/2020 e 2021).

 Maria Alice Bragança – de Porto Alegre/RS, professora universitária aposentada, jornalista, poeta. Mestre em Comunicação. Participou de coletâneas nacionais e internacionais. Publicou os livros: “Quarto em quadro” (Shogun Arte, 1986) e “Cartas que não escrevi” (Casa Verde, 2019). Integra o coletivo Mulherio das Letras (RS, Portugal e Europa).

Marta Cortezão – amazonense radicada em Segóvia/ ES, é escritora, poeta, ativista cultural, professora, tradutora. Mantém o blog https://feminarioconexoes.blogspot.com. Participou de diversas antologias/revistas nacionais e internacionais. Livros de poesia “Banzeiro manso” e “Amazonidades Poéticas – Cultura e Identidade” (no prelo).

 Patricia Cacau – de Fortaleza/ CE, empreendedora e ativista social, incentivadora do Mulherio das Letras Ceará, Áustria e União Europa. Escreve desde a adolescência, sua escrita nasceu no coletivo Mulherio das Letras Europa. Participou de coletâneas/antologias no Brasil e Europa. Livro individual “Quintais” (In-finita/PT, 2020).

Vania Clares – de São Paulo, gestora da Sarasvati Editora, poeta, escritora. Cursa Filosofia, é membro da Academia Contemporânea de Letras. Autora de vários livros, entre eles “Urgência de Auroras” (prefaciado por Caio Fernando Abreu), “Do Parapeito Vital”, “Ouso”, “Salão de Baile” e “Permanências Outonais”.

Nossa Ciranda de Deusas reverenciará, através de leituras poéticas, as autoras de diversos coletivos nacionais e internacionais, como Enluaradas, Mulherios das Letras Bahia, Ceará, Espanha, Rio Grande do Sul: Eva Potiguar (poema ”Libertação”), Maria Lígia Caviglioni (poema “Coração de Poeta”), Aline Galvão (poema “Elementos em mim”), Rita Queiroz (poema “Ao som dos Ipês”), Lia Sena (poema “Cabem”), Isabel Bastos Nunes (“O poema na voz da guitarra”), Luh Oliveira (poema “Silêncio”), Ana dos Santos (poema "Palavras"), Benette Bacellar (poema “Anjo das ruas”), Laís Chaffe (poema "Hipóteses"), Ligia Savio (poema sem título, do livro "No dorso da palavra"), Roberta Gasparotto (poema “Pronome”), Marlene Azevedo (poema “Flores em mim”), Eliana Castela (poema “Retalhos”), Ana Luzia Oliveira (poema “Mulheres Lua”), Lesni da Costa Lima (poema “Dedicação às deusas”), Fraham Torres (poema “Dualidade”) e Ale Heidenreich (poema “A Trança”). 

Contamos com a sua especial presença para fazer girar esta Ciranda de Deusas através da arte da Poesia. Esta Ciranda é nossa! Visite o canal Banzeiro Conexões, inscreva-se e ative as notificações para não perder este passeio poético!


Roberta Miranda apresenta a música inédita “Bom Dia Minha Terra”

Com super produção, videoclipe chega ao YouTube nesta sexta-feira (28/05) -

A cantora Roberta Miranda apresenta o videoclipe da canção “Bom Dia Minha Terra”, na qual retorna às origens de suas primeiras composições que tinham a natureza como tema principal. Assim como em “Majestade, o Sabiá”, a artista exalta na letra a beleza da fauna e da flora e a relação do homem com o meio ambiente.

Com cenas registradas em uma fazenda na cidade de Cássia dos Coqueiros – próxima a Ribeirão Preto (interior de São Paulo), a produção foi idealizada pela própria Roberta Miranda e tem a direção assinada por Paolo Martinelli.
Assista: https://youtu.be/1vO_iST7xAU 

“Ter esse contato com a natureza, com os animais e as diferentes formas de vida, me deixou bastante emocionada afinal, o homem tem que plantar sementes, sem cultivar a guerra”, descreve a Rainha da Música Sertaneja, que, durante as filmagens foi agraciada pelo pôr do sol e por um arco-íris que deram um toque especial no clipe.

“Bom Dia Minha Terra” também está disponível nas principais plataformas digitais. Ouça: https://onerpm.link/BomDiaMinhaTerra


Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse:

www.robertamiranda.com.br.
Facebook: RobertaMirandaOficial | Instagram: @robertamiranda | YouTube: RobertaMirandaRM |Twitter: @RobertaMiranda1


Mesa debate sobre meio ambiente e águas subterrâneas  

Mesa debate sobre meio ambiente e águas subterrâneas  

Em comemoração ao dia do Geólogo, as entidades do setor realizarão no dia 29 de maio, às 16h (Horário de Cuiabá), um evento para debater sobre legislação ambiental águas subterrâneas e exercício profissional. Devido às limitações impostas pela pandemia, a atividade será realizada de forma on-line, por meio do canal do youtube da Federação Brasileira do Geólogo (FEBRAGEO).  

A programação conta com a presença da Secretária de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, que falará obre o Projeto de Lei 3729/2004- Lei geral do licenciamento ambiental. Já o Coordenador de Controle de Recursos Hídricos da Secretária de Estado de Meio Ambiente (SEMA/MT), Geólogo Nédio Pinheiro, abordará o tema Gestão de Águas Subterrâneas no Estado. O geólogo Caiubi Kuhn, diretor financeiro da FEBRAGEO, irá falar sobre o funcionamento do sistema CONFEA/CREA e a normatização profissional. A mediação da mesa será realizada pela Vice-presidente da FEBRAGEO, a Geóloga Sheila Klener.  

Os temas abordados nesta mesa redonda são atuais e merecem destaque 

O texto-base do PL 3729/2004 que cria uma nova Lei de Licenciamento Ambiental, que foi aprovado na Câmara dos Deputados, define regras específicas para a emissão de licenças para determinadas obras e empreendimentos, tais como prazos, exigências de estudo de impacto ambiental e relatório de impacto ambiental, prioridades de análise, vigência da licença e outros. O tema está sendo amplamente debatido no país e deve também ser discutido em Mato Grosso.  

No setor de águas subterrâneas estima-se que no Brasil existem mais de 2,5 milhões de poços tubulares, e a água subterrânea é a fonte primária e complementar de 52% dos municípios do país. A gestão deste importante recurso, teve algumas inovações estabelecidas no Novo Marco Regulatório de Saneamento (Lei 14.026/2020), que deixou mais claro sobre a possibilidade da exploração de águas subterrâneas como fonte alternativa de abastecimento, mesmo em áreas que contem com rede pública de distribuição de água. As novas regras do Marco Regulatório ainda causam dúvidas quanto ao uso da água subterrânea e precisam ser melhor esclarecidas aos usuários.   

Sobre o exercício da profissão conforme legislação geólogos e geólogas, são profissionais normatizados e fiscalizados pelo sistema profissional composto pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREA). A atuação dos profissionais da geologia são fundamentais para assegurar o correto uso dos recursos naturais. Entender como funciona e como atua o sistema CONFEA/CREA e a importância das entidades de classes e essencial para o desenvolvimento ações e para a construção de debates e políticas que construam para a segurança da sociedade e para o desenvolvimento sustentável.  

O evento é organizado por diversas entidades como a Federação Brasileira do Geólogo (FEBRAGEO), a Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (AGEMAT), o Sindicato dos Geólogos de Mato Grosso (SINGEMAT), a Associação de Geólogos de Cuiabá (GEOCLUBE), a Sociedade Brasileira de Geologia – Núcleo Centro Oeste (SBG). A atividade e será uma oportunidade para profissionais liberais, professores, estudantes, empresários e gestores públicos debaterem sobre esses importantes temas que impactam a toda sociedade.  

O evento será transmitido pelo seguinte link:  

https://www.youtube.com/watch?v=sBk286bcnhU 

Caiubi Emanuel Souza Kuhn

+49 151 4515-4889

Lattes: http://lattes.cnpq.br/8356272046866885 

ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1434-9433

Docente do Instituto de Engenharia, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Doutorando em Geociências e Meio Ambiente, Universidade Estadual Paulista (UNESP)


Espetáculo: Entre Sueños & Duende - 29 de Maio no Cine Teatro Cuiabá

Um passeio histórico por meio da dança, música e poesia


O espetáculo "Entre sueños & duende: a contribuição histórico-cultural dos ciganos para a humanidade" será realizado no sábado, 29 de maio, às 20h, no Cine Teatro Cuiabá. O projeto foi contemplado pela Lei Aldir Blanc, Edital/MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer do Estado de Mato Grosso (Secel-MT). O evento além de presencial para 243, pessoas, também ocorrerá em ambiente virtual, via Youtube.


Trata-se de um espetáculo de danças ciganas, com a apresentação de várias manifestações de estilos referente à contribuição histórico-cultural dos ciganos para a humanidade. O evento conta com 28 profissionais entre bailarinas, coreógrafas, poetisas, músicos, cantores, diretora de arte e estudantes de dança.


Para Wânia Ormond, professora, bailarina, coreógrafa e proponente do projeto, Esse projeto nasceu do desejo de realização de um espetáculo que integrasse e inter-relacionasse com os seguimentos de artes como a dança, a música, a poesia e o teatro. Assim conseguimos reunir artistas (bailarinas, músicos, poetas, cantores), como também estudantes de dança e de música que se identificaram com a temática do Projeto e com seus objetivos. O Espetáculo "Entre Sueños & Duende "vai abordar a questão do legado dos ciganos nas áreas da musica e da dança.


Por meio das artes integradas, a população local poderá usufruir de um evento cultural que mostrará a relevância das etnias ciganas na contribuição e formação cultural tanto nacional como mundial. Ao longo do processo histórico esses povos foram marginalizados e dizimados nos campos de concentração. Mesmo assim, eles deixaram ricos legados à humanidade no que tange a dança, música e poesia, infelizmente desconhecidos pelos não-ciganos.

 Mais que um espetáculo é um passeio por vários estilos de danças ciganas e suas fusões como: egípcia, indiana moderna, buleria, rumba catalã, iraquiana, russa, o flamenco clássico entre outros. Será mais de uma hora de puro deleite.


Em atenção à saúde e bem-estar do público presente foi elaborado um protocolo de segurança que segue todas as recomendações das autoridades
sanitárias do município.

 A entrada será dois quilos de alimentos não perecíveis que será doado à Fundação Abrigo do Bom Jesus de Cuiabá. Os interessados também podem fazer as suas doações nos seguintes pontos de arrecadação:
Superintendência Pedagógica - Várzea Grande;
Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania - Cuiabá;
Centro Cultural Casa Cuiabana;
Estúdio Pentagrama – Cuiabá.

 

Serviço


Espetáculo: Entre Sueños & Duende

Data: 29 de maio de 2021 (sábado)
Horário: às 20h
Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis
Local: Cine Teatro Cuiabá e canal do Youtube: projeto entre sueños & duende
Contato: Wânia Ormond – Professora Bailarina e coreógrafa 65 99622-9955

 


Museu de História Natural tem semana com programação on-line gratuita com live, oficina, contação de história e vídeos educativos

 

O Museu de História Natural de Mato Grosso participa, de 17 a 23 de maio, da 19ª Semana Nacional de Museus, que acontecerá em todo o Brasil com programações simultâneas. Esse ano, o tema escolhido foi O futuro dos museus: recuperar e reimaginar, que propõe a reflexão sobre o futuro dos museus, mostrando que só é possível inspirar o futuro se existir um compromisso criativo com o presente.

A programação é gratuita e acontecerá on-line através do canal do YouTube : https://www.youtube.com/channel/UCoXQWdjt5sf8NfvY1X1VhFw 

Instagram https://www.instagram.com/museuhistorianaturalmt/ e Facebook do Museu https://www.facebook.com/museuhistorianaturalmt.

A programação conta com atividades para adultos e crianças e terá intérprete de libras na live do dia 19/05, para maior acessibilidade.

Confira a programação completa da Semana Nacional de Museus e participe:

 Dia 19/05 – 19h às 21h (horário de Cuiabá)

Live no YouTube “Qual Museu de História Natural de MT queremos para o futuro?”

Live para discutir o papel social do museu na contemporaneidade, os impactos da pandemia e como o Museu de História Natural de Mato Grosso se manterá relevante com as constantes e cada vez mais rápidas transformações sociais, abordando temas como tecnologia, acessibilidade, redes sociais e globalização.

Convidados:

Alberto Machado - Secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso

Suzana Hirooka - Diretora do Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss)

Jan Moura - Secretário Adjunto de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso

Saulo Moreno Rocha - Museólogo do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará

Jonilken Almeida - Educador museal e coordenador da REMP-MT

Vitória Ramirez Zanquetta - Curadora do Museu de História Natural de Mato Grosso

 

PROGRAMAÇÃO Dias 17, 20 e 23/05

Série de vídeos “Por dentro do acervo”

Série de 3 vídeos que mostram mais sobre o acervo e a reserva técnica, explicando sobre preservação, documentação e como esse processo é essencial na produção e transmissão do conhecimento. Os vídeos serão publicados nas redes sociais do Museu e são um esforço inicial de tornar o acervo mais acessível ao público e compartilhar as práticas cotidianas dos profissionais que trabalham no museu.

 

Dia 21/05

Contação de História “A Casa Dom Aquino”

Com a artista educadora Liudmila Diaz

Vídeo que será compartilhado no Instagram, Facebook e canal do Museu no YouTube, contando de forma lúdica, a história da importante casa que abriga o Museu de História Natural de Mato Grosso, a Casa Dom Aquino. A casa é Patrimônio Histórico do Estado e propagar sua história contribui para a valorização do Patrimônio Material do Estado.

 

Dia 22/05

Oficina de Carimbos

Com a artista educadora Liudmila Diaz

Vídeo que será compartilhado no Instagram, Facebook e canal do Museu no YouTube, ensinando como criar carimbos com diferentes materiais que temos em casa. Os carimbos produzidos terão foco na arte rupestre e nos padrões típicos de algumas etnias indígenas mato-grossenses. Dúvidas poderão ser esclarecidas via comentários.
Radharani Kuhn - Assessora de Imprensa

 

 

 


Carta Aberta LEVANTE FEMINISTA CONTRA O FEMINICÍDIO – MULHERES DE MATO GROSSO

 

 

 Levante Feminista Contra o Feminicídio foi criado, em 2021, por Vilma Reis socióloga baiana (membra da Coalizão Negra por Direitos), Marcia Tiburi escritora, filósofa e artista e Tania Palma (pesquisadora e assistente social). Criado inicialmente por 200 mulheres feministas: negras, indígenas, periféricas, ribeirinhas, das matas, das florestas, quilombolas, das favelas, dos movimentos LGBTQIA+, antiproibicionistas, segmentos e organizações da sociedade civil.

 

 COMPROMISSO de ajudar outras mulheres a despertar sua consciência em relação a seus corpos, de sua integridade física, moral e psíquica. Lutando contra a violência, contra o machismo e contra o feminicídio.

 

 OBJETIVO: Romper com a cultura patriarcal, Machista e Misógina romper com o mito de que o homem tem o domínio sobre os corpos das mulheres, inclusive aqueles que não aceitam, por parte da parceira, o término de um relacionamento abusivo. Deixar bem explicita mensagem que NÃO SEREMOS REDOMESTICADAS

 Tem como símbolo o Girassol e a cor amarela, sinal de esperança e celebração da vida.

 Sobre o documento do Manifesto do Levante Feminista Contra o Feminicídio

 Redes Sociais:

 Instagram: https://www.instagram.com/levantefeminista/?hl=pt-br

 Facebook: https://www.facebook.com/LevanteFeminista2021

  

DADOS NACIONAIS SOBRE O FEMINICÍDIO

 Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher, motivado geralmente por ódio, desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres. A Lei do Feminicídio (Lei 13.104, de 9 de março de 2015) qualificou o crime de homicídio quando ele é cometido contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. Considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A lei incluiu também o feminicídio no rol dos crimes hediondos. A violência sofrida pelas mulheres compreende um amplo leque de agressões de caráter físico, patrimonial, psicológico, sexual e, por vezes, ocorrem em um continuum que pode culminar no assassinato, manifestação mais grave da violência perpetrada contra mulher5. O crescimento no número de feminicídios registrados nos 12 estados analisados foi de 22,2%, saltando de 117 vítimas

em março/abril de 2019 para 143 vítimas em março/abril de 2020. No Acre o crescimento chegou a 300%, passando de 1 para 4 vítimas este ano; no Maranhão o crescimento foi de 166,7%, de 6 para 16 vítimas; no Mato Grosso o crescimento foi de 150%, passando de 6 para 15 vítimas. Apenas três UFs registraram redução no número de feminicídios no período, Minas Gerais (-22,7%), Espírito Santo (-50%), e Rio de Janeiro (-55,6%).

 DADOS DE MATO GROSSO

 Os casos de feminicídio aumentaram 58% em Mato Grosso em 2020 em comparação com 2019. Os dados, da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) de Mato Grosso, apontam que foram 62 casos entre janeiro e dezembro de 2020. No mesmo período de 2019 foram 39.

Os dados da Sesp mostram que, em média, cinco mulheres foram mortas todo mês em 2020 em Mato Grosso: janeiro (5), fevereiro (5), março (6), abril (5), maio (6), junho (6), julho (2), agosto (6), setembro (4), outubro (3), novembro (8) e dezembro (6).A média de mulheres assassinadas em 2019 foi de 3 por mês.

Diante do exposto neste documento, nós do LEVANTE FEMINISTA CONTRA O FEMINICÍDIO - MULHERES de MATO GROSSO- nos juntamos às mulheres de todo o Brasil, com o fim de unirmos as nossas vozes para DENUNCIAR pois mulheres estão sendo assassinadas pelo simples fato de serem mulheres. Vítimas do patriarcado e de uma sociedade machista que oprime as mulheres, com o propósito de dominar nossos corpos tão objetificados. Erguemos as nossas vozes para EXIGIR que o Estado apresente ferramentas e que produza ações visando acolhimento, proteção e direcionamento (através de políticas públicas) para essas mulheres vítimas de violência, afim de que essa mulher não seja obrigada a conviver com seu agressor e propenso feminicida.

Nós do LEVANTE FEMINISTA CONTRA O FEMINICÍDIO – MULHERES DE MATO GROSSO bradamos a uma só voz NEM PENSE EM ME MATAR.


EVENTO: IIº FORMAÇÃO POLÍTICA E CIENTÍFICA DE 2021

EVENTO: IIº FORMAÇÃO POLÍTICA E CIENTÍFICA DE 2021 - O que é um plano para promoção da igualdade racial? O que é um estatuto da igualdade racial?

DATA: 03 de maio de 2021.

HORÁRIO: 17h30 horário de Cuiabá.

LOCAL: Google Meet. https://meet.google.com/sqw-civr-ayj

REALIZAÇÃO: COLETIVO NEGRO UNIVERSITÁRIO/UFMT/CUIABÁ.

 SOBRE O EVENTO: A Formação Política e Científica ofertada por este movimento social negro, formado por estudantes, técnicos e docentes da UFMT, bem como por participantes da comunidade externa, consolidou-se desde 2013 como um espaço para compartilhar conhecimentos e vivências sobre as questões das relações raciais no Brasil, visando combater o racismo, (re)conhecer as inúmeras contribuições da população negra para o patrimônio material e imaterial brasileiro.

 OBJETIVO DA PALESTRA: O objetivo desta formação política e científica é conhecer o Estatuto da Igualdade Racial (lei nº 12.288/2010) e o projeto de lei municipal em discussão que visa instituir o Estatuto Municipal da Promoção da Igualdade Racial em Cuiabá. Buscamos responder às seguintes questões: em que consiste esses documentos? Quais partes e seções são pertinentes? Acreditamos que a elaboração desses documentos são - e devem continuar sendo - frutos da organização política e histórica das entidades e dos movimentos sociais negros que revindicam através dos aparatos instituicionais a garantia de diretos para toda a população negra brasileira.

 CONVIDADO: Prof. Dr. Carlos Alberto Caetano.

 SOBRE O CONVIDADO: Presidente do Conselho de Políticas de Ações Afirmativas da -CPAA/APRAE/UFMT ; Vice-Presidente do Conselho Estadual de Promoção e Igualdade Racial de Mato Grosso-CEPIR-MT; Estou Conselheiro de educação de Estado, em exercício (2017-2021, Ato nº 17.164/2017) no Conselho Estado de Educação de Mato Grosso - CEE-MT ; Coordenador da Comissão Permanente de educação em Direitos Humanos do CEE-MT, desde 2013 aos dias atuais (2021); Coordenador da Comissão de Educação de Ensino Superior da Câmara Educação Profissional e Superior -CEPS/CEE-MT (de 2015 aos dias atuais 2021); Membro da Comissão Permanente de Educação EJA/CEE_MT; Professor Efetivo de sociologia no Sistema Estadual de Educação do Estado de Mato Grosso período de (2007-aos dias atuais 2021). Doutor em educação (Políticas Educacionais da Diversidade) pelo Programa de Pós-Graduação em Educação do IE/PPGE/UFMT. MEDIAÇÃO: Profa. Ma. Zizele Ferreira.

 

 

INTERVENÇÃO AFRICARTES: Lupita Amorim e Guto. 

PÚBLICO ALVO: Assim como as reuniões, as formações são ofertadas para toda a sociedade: Pesquisadores(as); Educadores(as); estudantes; militantes de movimentos sociais e do movimento social negro; e demais órgãos com função jurisdicional (OAB, Ministério Público, Defensoria Pública etc.).

CONTATOS: email: [email protected]

 instagram: @cnuufmt

 facebook: Coletivo Negro Universitário da UFMT.

 SOBRE O COLETIVO NEGRO UNIVERSITÁRIO UFMT: - O CNU/UFMT é um Movimento Social Negro atuante no âmbito da academia, cujo espaço político se dá por meio processos educativos, realizando formação contínua sobre relações raciais no Brasil e onde tratamos de assuntos penitentes da nossa vivência na UFMT.

 O Coletivo Negro Universitário da UFMT (CNU/UFMT) surgiu em junho de 2013 a partir de necessidades conjuntas relacionadas a questões raciais e a universidade. O CNU/UFMT é formado por estudantes, Técnicos Administrativos da UFMT e docentes desta universidade, tendo como objetivo pautar questões pertinentes a relações raciais e Políticas de Ação Afirmativa na educação superior.

  • Temos procurado e conseguido assento permanente em espaços de decisões e viabilizações de ações afirmativas na UFMT, bem como, participado junto da sociedade civil de discussões que envolvem a temática e ações do estado.
  • Auxílio Emergencial de R$ 600,00 até o fim da pandemia. -Vacina já para todas as pessoas!
  • Implementação efetiva das Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11.645/08 já!
  • Dialogamos com algumas Pró-Reitorias da UFMT, principalmente com PROEG e PRAE em consideração ao conjunto de fundamentos: Constituição Federativa do Brasil/88, Lei nº 10.639/03, LDB nº 9634/06, Lei nº. 11.645, bem como a Resolução CNE/CP 01/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Requeremos a implementação das leis em nossa universidade.

Roda de Conversa 21 de março Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial

No dia 21 de março de 1960, na África do Sul, 20 mil negros protestavam contra uma lei que limitava os lugares por onde eles podiam circular. A manifestação era pacífica, mas tropas do Exército atiraram contra a multidão e 69 pessoas morreram e outras 186 ficaram feridas, no episódio que ficou conhecido como “Massacre de Sharpeville”. Em memória à tragédia, a ONU - Organização das Nações Unidas - instituiu o 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. 

Apesar de uma série de iniciativas, o preconceito ainda perpetua desigualdades, sendo a vida das mulheres negras ainda mais impactadas onde atuam juntas opressões de gênero, raça e classe social.


Destacando a relevante incorporação da temática racial nas atividades alusivas ao Março Mês da Mulher, o Fórum de Mulheres Negras de Mato Grosso convida para a Roda de Conversa: Mulheres Negras em Rede no Enfrentamento ao Racismo, no dia 21/03/2021 (domingo), às 9:00 (horário de Cuiabá). O evento será on-line, transmitido pela página no Facebook: @mulheresnegrasmt.


Contribuirão no debate Maria Teresa Ferreira, educadora social, idealizadora do Projeto Enegrecendo (São Paulo) e Valdilene Oliveira Martins, advogada, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Instituto RESSURGIR (Sergipe). A atividade será mediada pela assistente social, Elis Prates, e contará ainda com apresentações culturais das artistas, Lindalva Alves e Milady Oliveira.


Com a percepção de que “quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”, busquemos ações necessárias para a convivência respeitosa e equilibrada entre as pessoas e todos os seres vivos e o ambiente, garantindo a promoção da vida, proteção de direitos e o bem comum.


Axé profundo!
Silviane Ramos Lopes da Silva
Coordenação do Fórum

 


Telê anuncia quinta música da carreira “Virtudes de Outrora”

A inédita chega nesta quarta-feira, 17, com participação especial

Após lançar o EP “Colheita” e o single “Macieira”, agora o samba ganha mais uma faixa de Telê. A música “Virtudes de Outrora”, chega nesta quarta-feira, 17, com a participação especial da cantora paraguaia Monica Elizeche.

Com um arranjo especial e uma pegada cubana, o samba, traz na letra uma mensagem forte sobre a masculinidade e a reflexão de quanto tempo dura o amor. Sobre esse questionamento, a composição de Lúcia Tina em parceria com Telê, apresenta o apelo de uma mulher que ao perder as virtudes da juventude, percebe o amado mudar, e passa a valorizar os “homens bambas” como pessoas mais felizes, e pede a Deus a luz do samba em sua vida.

“Virtudes de Outrora” ganhou um clipe que será disponibilizado no canal oficial de Telê, no YouTube, no mesmo dia de lançamento do single. O vídeo foi gravado na Fórmula do Samba, em São Paulo, e contou com a direção da produtora Monte Castelo.

Para o lançamento, Telê e Monica estão preparando uma live para dar detalhes sobre o que o público pode esperar dessa canção. O bate-papo acontecerá às 20h30, da quarta-feira, 17, pelos perfis dos músicos (@eleno.tele - Telê e @monimusica – Monica Elizache), no instagram.

Mais sobre Telê

Telê é um novo artista de samba que interpreta canções de sua autoria.
Paulista e formado em administração, o músico se inspira em grandes nomes da música brasileira e do samba clássico em suas composições, mas traz para o gênero uma roupagem moderna.

Um artista nato, Telê que sempre sonhou em ter um espaço no meio musical, conta como começa o processo de composição. “É comum acordar e até mesmo em alguns momentos do dia, criar a melodia na cabeça, e então eu começo a assobiar para ter uma noção audível de como seria essa canção, e assim, vou passando para os outros passos, que é dar vida com a letra”, confessou Telê.

Com mais de 20 composições no catálogo, o cantor que tem na veia o carisma da boa música, antes da pandemia estava começando a se destacar em shows do gênero, em São Paulo.

Ouça agora Telê no Spotify:
 https://open.spotify.com/artist/2o8rkPYB1LuAn1CfN0xjm1

Siga Telê nas redes sociais
Instagram: @eleno.tele
YouTube: youtube.com/Telê Oficial
Site: https://sites.google.com/view/telenosamba


Primeira Formação CNU-UFMT 15 de março

EVENTO: Iº FORMAÇÃO POLÍTICA E CIENTÍFICA DE 2021 - Pandemia Covid19: Diálogos na UFMT sobre Direitos Humanos, desafios e estratégias dos movimentos sociais negros.

DATA: 15 de março de 2021.

HORÁRIO: 18h30 às 19h30 horário de Brasília / 17h30 às 18h30 horário de Cuiabá.

LOCAL: Google Meet link https://meet.google.com/ifc-iyym-sof

REALIZAÇÃO: COLETIVO NEGRO UNIVERSITÁRIO/UFMT/CUIABÁ.

SOBRE O EVENTO: O objetivo desta formação política e científica é conhecer a luta de lideranças de movimentos negros do Brasil, visando dialogar com a sociedade sobre as urgências  que a população negra tem enfrentado neste momento em que a pandemia tomou proporções ainda maiores em relação às desigualdades que já enfrentava. Vamos falar também sobre as ações feitas pelas entidades e movimentos negros do Brasil reinvidicando que o governo brasileiro tome medidas urgentes para lidar com essas problematícas acentuadas pela pandemia, como por exemplo o retorno  do auxílio emergencial de R$ 600,00 até o fim da pandemia e um plano de vacinação que inclua todas as pessoas.

CONVIDADO: Douglas Belchior.

SOBRE O CONVIDADO: Professor de História, coordenador da Uneafro Brasil e membro da Coalizão Negra por Direitos.

PÚBLICO ALVO: Assim como as reuniões, as formações são ofertadas para toda a sociedade: Pesquisadores(as); Educadores(as); estudantes; militantes de movimentos sociais e

do movimento social negro.

CONTATOS: email: [email protected]

instagram: @cnuufmt

facebook: Coletivo Negro Universitário da UFMT.

SOBRE O COLETIVO NEGRO UNIVERSITÁRIO UFMT:

- O CNU/UFMT é um Movimento Social Negro atuante no âmbito da academia, cujo espaço político se dá por meio processos educativos, realizando formação contínua sobre relações raciais no Brasil e onde tratamos de assuntos penitentes da nossa vivência na UFMT.

- O Coletivo Negro Universitário da UFMT (CNU/UFMT) surgiu em junho de 2013 a partir de necessidades conjuntas relacionadas a questões raciais e a universidade. O CNU/UFMT é formado por estudantes, Técnicos Administrativos da UFMT e docentes desta universidade, tendo como objetivo pautar questões pertinentes a relações raciais e Políticas de Ação Afirmativa na educação superior.

- Temos procurado e conseguido assento permanente em espaços de decisões e viabilizações de ações afirmativas na UFMT, bem como, participado junto da sociedade civil de discussões que envolvem a temática e ações do estado.

-Auxílio Emergencial de R$ 600,00 até o fim da pandemia.

-Vacina já para todas as pessoas!

- Implementação efetiva das Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11.645/08 já!

- Dialogamos com algumas Pró-Reitorias da UFMT, principalmente com PROEG e PRAE em consideração ao conjunto de fundamentos: Constituição Federativa do Brasil/88, Lei nº 10.639/03, LDB nº 9634/06, Lei nº. 11.645, bem como a Resolução CNE/CP 01/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Requeremos a implementação das leis em nossa universidade.

 

 

COMENTÁRIO: Esta será a Iº Formação Política e Científica de 2021 do Coletivo Negro Universitário da UFMT e iremos conversar sobre as formas de enfrentamento coletivo que os movimentos sociais negros organizados tem construindo no Brasil, sobretudo neste momento da pandemia da COVID-19 no qual é sabido que as mais afetadas são as pessoas negras. Por isso se faz necessário nos informarmos sobre as estratégias dos movimentos negros para somar na luta contra o racismo e as desigualdades sociais.” Lupita Amorim (Coordenadora Geral do Coletivo Negro Universitário da UFMT”.

 

 


Projeto abre inscrições para capacitar empreendedoras negras de Cuiabá

 

Esta é uma ação cultural com resgate das heranças culturais e históricas deixadas pelas pretas quituteiras e proprietárias das tabernas do centro histórico de Cuiabá

 

Estão abertas as inscrições gratuitas do projeto “Potências Negras de Cuiabá: estratégias femininas – Passado e Presente”, financiado pela Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, que realizará seis encontros, com palestras, debates e oficinas, entre os dias 08 e 13 de março, para ensinar mulheres a atuarem e administrarem em seus negócios. O público alvo é a mulher negra, empreendedora, atuante na sociedade cuiabana, que tiveram e têm dificuldades em gerir os seus negócios neste cenário de pandemia da Covid-19.

 

Esta é uma ação cultural que busca, por meio do resgate das heranças culturais e históricas deixadas pelas pretas quituteiras e proprietárias das tabernas do centro histórico de Cuiabá (MT), fortalecer e reestruturar as redes culturais e produtivas das empreendedoras negras no presente.

 

E dentre elas existe a historiadora e economista, Evanilda Maria Ramos dos Santos, a “Tina”, uma das palestrantes, que também será homenageada pelo importante trabalho de educação financeira que ela desenvolve nas periferias de Cuiabá e Várzea Grande, para promover a auto independência de mulheres.

 

Tina é do Fórum Estadual de Mulheres Negras, com sede em Cuiabá, e a partir do projeto de educação financeira ela começou a criar parcerias, sem qualquer repasse de dinheiro público, e conseguiu uma estrutura de psicóloga, fisioterapeuta e nutricionista, para mulheres, principalmente aquelas que são vítimas de violência. Tudo isso na área da casa dela, pois não tinha outro lugar, e até fornece alimentação vindo também da horta criada no local.

 

“O Potências Negras é um projeto pensado para apresentar e trazer visibilidade social ao empreendedorismo das mulheres negras que valorizam os saberes ancestrais, bem como estratégias desses saberes na gestão cultural de seus negócios. Promovendo independência, valorização de autoestima, geração de emprego e renda, e, sobretudo, em um movimento cultural antirracista”, destaca a historiadora, mediadora e produtora do projeto, Silviane Ramos.

 

Silviane é mestre pela Universidade Federal de Mato Grosso, e doutora pela Universidade Federal de São Carlos, ambos em História. Também é ativista das mulheres negras e empreendedoras culturais, sendo a primeira mulher a empreender um quilombo urbano na capital mato-grossense.

 

Foi conselheira Nacional do Patrimônio Imaterial e tem longa carreira no que tange a preservação das festas de santos e outros desdobramentos do patrimônio imaterial. Fez diversos cursos no âmbito da cultura, sobretudo quilombola e é militante fundadora de diversas entidades estaduais acerca das manifestações negras como: Fórum Estadual de Mulheres Negras, Coletivo Herdeiras do Quariterê e Coletivo Maria Taquara.

 

Além de Silviane, Tina e da proponente do projeto Potências Negras de Cuiabá, Letícia Oliveira, os encontros serão fomentados por um grupo de mulheres de peso, entre historiadoras, educadoras e cientistas sociais, bem como advogada, economista e ilustradora.

 

PROGRAMAÇÃO

 A mediação das oficinas será feita pela proponente Letícia Oliveira, mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2020), e que atua como produtora de ações culturais junto com a população negra e quilombola do estado de Mato Grosso. Centra seus estudos e projetos, especialmente, nas manifestações culturais e religiosas afro-brasileiras, patrimônio e memória da diáspora africana.

 

O projeto começa no Dia Internacional da Mulher (08.03), com o tema “Os sentidos femininos de empreender”, onde as historiadoras Silviane Ramos e Joana Oliveira vão debater “Quem empreende cultura ancestral?”.

 

O segundo encontro (09.03) traz “Evidências e heranças no centro histórico de Cuiabá”. Com a palestra: “O que ensinam nossas ancestrais? Mulheres negras e atuantes na sociedade cuiabana dos séculos passados”, por Silviane Ramos e a ilustradora e historiadora, Cristina Soares.

 

Na quarta-feira (10.03) é a vez da assistente social, Elis Regina Prates, e da Tina com o tema “Aprendendo como as nossas ancestrais”, e mediação por Silviane Ramos. Também haverá um ciclo de oficinas ensinando mulheres a atuarem e administrarem em seus negócios.

 

No dia 11 de março, o encontro traz o tema “Apropriando-se das estratégias negras”, com um ciclo de oficinas ensinando mulheres a atuarem e administrarem em seus negócios, pela advogada Naryanne Ramos e a historiadora Silviane Ramos.

 

“Você mulher negra, você mulher potência, venha participar desta roda de conversa e importante debate para o empreendedorismo e a valorização ancestral”, convida Letícia Oliveira.

 

SERVIÇO

 

As inscrições são gratuitas, destinadas aos interessados com idade a partir dos 18 anos, e devem ser feitas pelo e-mail [email protected].

 

Os encontros acontecerão de forma virtual, com transmissão ao vivo pela página do Facebook, “Potências Negras de Cuiabá”, sempre às 19h. Ao final, quem concluir com 75% de presença, ganhará o certificado de seis horas, que será enviado de forma digital, por e-mail. Mais informações pelo [email protected]_negras_de_cuiaba.

 


ACADEMIA DA ORQUESTRA SINFÔNICA ABRE TEMPORADA DE FORMAÇÃO.

ACADEMIA DA ORQUESTRA SINFÔNICA ABRE TEMPORADA DE FORMAÇÃO.

A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso inicia a temporada 2021 com sua Academia orquestral em temáticas formativas. O programa, em favor da universalização e do aprimoramento da educação básica em música orquestral, oferecerá neste ano cursos para a formação de líderes tanto na performance e ensino de instrumentos musicais como para regentes de grupos diversos. Devido as restrições sanitárias, todas as atividades serão online,mas sem perder o propósito de aproximar o conhecimento do ensino superior às demandas do mercado regional.

 

As inscrições para o curso de “Ensino do Violino por Habilidades” já iniciaram e mantém se aberta até o dia 05 de março. Segundo Fernando, coordenador do projeto de extensão e técnico que conduzirá as discussões, a proposta é difundir ferramentas e tecnologias educacionais que possam ser instrumentalizadas pelos alunos, e com isto, possibilitar que o acesso a estas ferramentas tradicionalmente consolidadas eleve a prática do violino no estado. Vale lembrar que o músico, servidor da casa, carrega experiência internacional na área, e conta com o bacharel, mestrado e a licenciatura em música pela Academia Nacional de Sophia (BG).

 

Na mesma direção, o diretor artístico do grupo, maestro Fabrício Carvalho também lança o curso “Direção artística para grupos musicais” enquanto oportunidade ímpar no segmento. Na ocasião, os alunos poderão acessar as experiências de um dos mais tradicionais líderes do segmento no Estado. Maestro Fabrício conta com um recheado currículo que vai desde a condução da Orquestra da UFMT há mais de 20 anos, à regência de grupos diversos pelo Brasil. Junto ao artista, os alunos abordarão desde as diretrizes da construção de um grupo musical e planejamento orçamentário, à montagem de repertórios e temporadas de apresentações artísticas.

 

“A Orquestra da UFMT é o grupo orquestra mais tradicional do Estado, cumpre seu papel promovendo a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos na música, próprios do nível superior, por meio de uma comunicação específica da prática extensionista” - explica o maestro. No ano de 2020 a Academia virtualmente atendeu 62 alunos pela prática mostrando que o ensino virtual também é possível dentro das linguagens artísticas.

 

 

Para aqueles que quiserem participar da Academia da Orquestra da UFMT, capacitando se, atualizando se para o futuro da música de concerto por meio das ações extensionista, a produtora cultural do grupo, Fernanda Ficagna orienta a todos a acessarem o link de cadastramento para as atividades no portal da UFMT, ou para maiores informações entrar em contato pelo e-mail [email protected], visto que os acessos presenciais estão suspensos temporariamente enquanto medida restritiva de saúde pública.

 

SERVIÇO

Academia da Orquestra Sinfônica da UFMT

Ensino do Violino por habilidades - https://forms.gle/D8H6KTH4MzfE6RRT6

Direção Artísticas de Grupos Musicais -  https://forms.gle/LhVmBSkqNixKPKeL8

 

 


Musical faz releitura de canções do Santo Daime

Hinos da doutrina ayahuasqueira cantados e encenados em palco retratam com lirismo única religião genuinamente brasileira

Uma visita ao reino encantado do Daime. Assim pode ser descrito o musical “O Poder da Floresta”, que reúne uma coleção de hinos da doutrina fundada pelo seringalista Raimundo Irineu Serra, na década de 1930 no Acre.

A trinca de sumidades na área artística, formada por Luiz Pita, que responde pela concepção e criação do musical; Jefferson Neves, arranjador musical e o performático Coro Experimental, que interpretará com seu peculiar talento os cânticos, promete colocar o espectador no epicentro do universo daimista.

Os hinos do musical foram canalizados por EgonNord, padrinho e dirigente da Igreja Mestre Irineu, única comunidade da religião em Mato Grosso.

Os cânticos recebidos pelo padrinho Egontrazem em sua essência a nova espiritualidade da Nova Era e a sabedoria da ancestralidade. Ouvidos fora do contexto religioso, algumas dessas canções, tanto pela musicalidade quanto pela mensagem, poderiam muito bem ser executadas pelas emissoras de rádio.

Segundo Luiz Pita, que também dirige o musical, “toda a cenografia, iluminação e figurino foram pensados para fazer com que o espectador se sinta num trabalho espiritual do Daime”.

A soma dos talentos de Jefferson Neves e do Coro Experimental resulta numa viagem introspectiva que inspira o espectador a querer conhecer os mistérios do Universo que traz dentro de si. Além dos hinos, “O Poder da Floresta” tem dramatizações que remetem a toda a simbologia da religião.

O musical tem uma mensagem Universalista e inova com a utilização de elementos locais, como a viola de cocho, ícone máxima da cultura pantaneira.

Até mesmo pelo fato de a Igreja Mestre Irineu estar localizada numa região de exuberante beleza natural e próxima tanto de Chapada dos Guimarães quanto do Pantanal, os hinos recebidos por EgonNord têm uma fortíssima ligação com o amor à Mãe Terra.

A ideia da representação em formato de coral foi justamente para transcender ainda mais o mundo caótico em que vivemos, com vozes de todos os naipes alcançando os tons mais sublimes.

A concepção do cartaz e dos textos que serão lidos durante o espetáculo naturalmente levam os espectadores a esse universo de nova era de harmonia com a natureza e consigo mesmo. Os novos acordes musicais tocarão a alma de quem estiver no teatro. A experiência promete ser única.

 “O Poder da Floresta” é acima de tudo uma obra de arte. Mas é também um afago na alma, uma poesia cantada, uma antecipação do admirável mundo novo prometido à Humanidade.

O projeto musical foi um dos contemplados pelo edital “Nascentes”, lançado pela secretaria estadual de Cultura com recursos da Lei Aldir Blanc.

DOCUMENTÁRIO

Além do musical, o projeto contempla um vídeo musical documentário, também intitulado “O Poder da Floresta” e mais um álbum contendo todo o musical, gravado ao vivo.  De acordo com Luiz Pita, “o filme teve direção da cineasta mato-grossense Jade Rainho e foi filmado na floresta onde está situada a Igreja Mestre Irineu”.

O documentário traz depoimentos de EgonNord, do maestro e arranjador Jefferson Nunes, além de músicos e cantores. Membros da comunidade daimista falam sobre como a musicalidade da religião auxilia do despertar da expansão da consciência;

Um makingof de um ensaio do coral com músicos será disponibilizado nas plataformas digitais junto com o áudio do espetáculo.

CANTANDO E COMPREENDENDO

“Cantar é uma forma de compreensão da própria vida”. A sentença, dita pela personagem MaRainey, no filme “A Voz Suprema do Blues”, explica, com a doce malemolência da atriz Viola Davis, como a música é, também, um caminho de autoconhecimento.

Quando aparece na grande mídia, o Santo Daime, ou simplesmente Daime, está geralmente cercado de preconceito e desinformação. Principalmente por ter como principal sacramento a Ayahuasca (“Vinho da Alma” na língua quéchua). A bebida enteógena, longe de ser uma droga, é feita a partir da combinação de duas plantas (o cipó Jagube e a folha Rainha) e tem o poder de expandir a consciência do buscador espiritual.

Sem ter um livro sagrado como nas religiões tradicionais, o Daime tem na musicalidade de seus hinos as chaves para um melhor entendimento da vida e do mundo. Os hinos não são composições, mas canalizações de alguns adeptos da doutrina. Entoar os cânticos na força da Ayahuasca permite que a pessoa visualize toda a complexidade de si mesmo sem os filtros do ego.

Inicialmente, os hinos do Daime eram recebidos somente pelo marenhense Raimundo Irineu Serra, que fundou a doutrina nos anos 1930 no Acre. Trabalhador na extração da borracha, Mestre Irineu – como era conhecido -, pediu à Nossa Senhora da Conceição, que no panteão daimista é conhecida como “Rainha da Floresta”, que outras pessoas da comunidade também recebessem os hinos.

 

 

 

EXPANSÃO

Na década de 1980, graças ao trabalho de Sebastião Mota, o “Padrinho Sebastião”, o daime saiu das florestas acreanas e ganhou o mundo. A primeira igreja daimista fora da floresta Amazônica foi o “Céu do Mar”, fundada no Rio de Janeiro em 1982.

Em Cuiabá, o daime chegou pelas mãos do físico Sérgio Nord, na década de 1990, que junto com alguns membros de sua família e amigos, fundou a Igreja Mestre Irineu, situada atrás do aeroporto de Várzea Grande.

SERVIÇO

Espetáculo: O Poder da Floresta

Data: 11/04/2021

Horário: 19h30

Local: Cine Teatro Cuiabá

Valor do Ingresso:  Entrada gratuita

 

 

 

 

 

 

 

 


Inauguração da Afroteca Centro Cultural Casa das Pretas

 

 

Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural: Instituto de Mulheres Negras implanta a Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus, no Centro Cultural Casa das Pretas.

 

O Instituto de Mulheres Negras (IMUNE) inaugura no dia 03 de março às 10:00, a Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus, projeto que conta com fomento da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (SECEL-MT).

 

 O projeto foi aprovado no Edital MT Nascentes, segmento de implantação de bibliotecas comunitárias e consiste em compor acervo bibliográfico temático, que permita à população cuiabana e mato-grossense obter dados, acessar pesquisas, conhecer e reconhecer as contribuições africanas e afrodescendentes nas diversas áreas do conhecimento.

 

 A proposta inédita de implantação da Afroteca Comunitária Carolina de Jesus tem por objetivo tornar acessível à população, de diferentes faixas etárias, obras de autores negros brasileiros e estrangeiros, e/ou autores que tenham como tema principal a cultura e os povos do continente africano, as relações étnico-raciais, a população afrodescendente nos países da diáspora africana e temas correlatos.

 

 

A afroteca (biblioteca afro) funcionará de segunda a sexta-feira, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00no Centro Cultural Casa das Pretas (veja no mapa https://goo.gl/maps/SFGDmXqTsnxQc83U6), localizado em frente à Praça da Mandioca, no centro histórico de Cuiabá. Durante a inauguração será obrigatório o uso de máscara (cobrindo o nariz e a boca), assim como a higienização das mãos com álcool.

 

As escolas públicas que desejarem conhecer a Afroteca podem realizar agendamento de visita ao Centro Cultural Casa das Pretas através do e-mail [email protected]

 

Os títulos ficarão disponíveis para consulta no próprio espaço, não haverá empréstimo. Nos próximos meses esperamos receber autores e autoras negras para trocar experiências sobre a produção editorial, realizar lançamento de livros, atividades formativas, ações de incentivo à leitura e eventos culturais.

 

  

 

SERVIÇO:

Inauguração da Afroteca Carolina de Jesus

Dia 03 de março de 2021 às 10:00

Funcionamento: de segunda a sexta, das 08h às 12h e das 14h às 18h.

Informações: (65) 99900-6879 e [email protected]

 

 

 


Novo mercado: Empresa ganha destaque no mundo musical oferecendo serviços para artistas iniciantes

O projeto dá visibilidade e apoio profissional para músicos sem experiências de mercado

 

Com intuito de oferecer serviços inovadores, de qualidade e com baixos investimentos para artistas iniciantes, o empresário Gui Rocha está ganhando destaque no mercado musical em São Paulo, com a Ipapu incubadora de talentos.

Nascida oficialmente no início de 2020, um ano difícil onde o mundo parou por conta da pandemia causada pela Covid-19, a Ipapu não deixou se abalar pelos momentos de instabilidade financeira e de saúde que o planeta passava. A nova empresa reuniu todos os planejamentos feitos ao longo de 2019, e sem medo, deu os primeiros passos no mercado.

Decidido em montar uma marca que além de qualidade e economia, tem como objetivo mudar a vida e realizar o sonho de quem quer ser músico, a Ipapu com aproximadamente um ano de história, já é considerada referência quando se fala em preparar artistas sem experiência para o mercado. A empresa conta com uma gama de elementos que a tornam inovadora e acessível, sendo uma opção muito boa para dar os primeiros passos na carreira.

A marca é inovadora, porque Gui Rocha reuniu métodos e técnicas mais utilizadas das plataformas de grande expressão como: spotify, deezer, apple music e YouTube, e estudou as possibilidades para proporcionar aos iniciantes, melhores táticas para que os mesmos, tenham visibilidade e oportunidades de outros artistas que já estão há mais tempo no mercado.

A Ipapu também é uma opção acessível, pois é possível fechar trabalhos de períodos curtos, como por exemplo um lançamento apenas, sem contratos de anos como é o procedimento padrão em outras empresas.

Para manter uma carreira, é comum o músico, cantor ou banda ter um investidor ou um empresário, mas há quem não tenha nenhuma das duas opções, e o próprio artista acaba financiando os trabalhos. Nas três opções, é necessário pensar e montar estratégias inteligentes para que toda a monetização seja aproveitada da melhor forma, para obter resultados satisfatórios a curto e longo prazo.

Quem começa uma carreira e nunca teve um contato ou experiência no mercado musical, provavelmente não tem conhecimento suficiente para saber escolher sozinho o que deve ser feito no primeiro momento, como por exemplo, pensar no projeto visual, nas divulgações, datas, distribuições e em todo o processo até o lançamento, e a Ipapu nasceu para dar esse suporte, para que cada momento possa ser aproveitado da forma mais inteligente.

Com intuito de ser literalmente uma incubadora, o cliente terá desde o período de contratação até a data final do projeto, para aprender as necessidades e o papel de cada departamento como: marketing, assessoria de imprensa, agregadora, plataformas, público, imagens e outros detalhes que caibam no orçamento daquele projeto. 

A consolidação da Ipapu no mercado é resultado de muito trabalho e experiências obtidas ao longo de 21 anos de carreira com o grupo Inimigos da HP, onde Gui Rocha divide os palcos com mais quatro amigos – Sebá, Tocha, Alemão e Cebola. “Sinto-me na obrigação de contribuir e passar para frente meus conhecimentos, a fim de evitar que muita gente com potencial deixe de lado o sonho de ser músico por fazer escolhas erradas”, confessou o empresário.

“Nesses 21 anos de carreira, passamos por vários momentos diferentes, fomos uma banda em processo de formação, fomos contratados por uma multinacional, viramos artistas independentes e vivenciamos a transição do mercado dos discos para o streaming. Com todos esses eventos, vi que agora começou a pesar em mim essa responsabilidade de tentar democratizar e distribuir informações de forma mais generosa para quem está dando os primeiros passos”, continuou Gui.

Ipapu significado

De origem tupi-guarani, língua que faz parte da origem da história brasileira, “Ipa” significa silêncio e “Pu” significa som.

“Pensando profundamente, a música é feita de silêncio e som, não existe som sem o silêncio e o silêncio sem o som. Queria muito que a marca levasse um pouco da identidade brasileira e da música”, confessou o empresário.

Ipapu logomarca

É possível perceber que a empresa é cheia de simbolismo e que cada detalhe visual e conceitual é bem pensado. A logomarca conta os seguintes elementos: um alvo, nota musical e um passarinho.

O alvo representa o objetivo – resultados esperados pelos clientes, a nota musical simboliza a própria música e o pássaro personifica a figura do cantor, que, no entanto, é o apelido dos músicos.

Sem preconceitos e julgamentos

Um diferencial na Ipapu é a capacidade e a competência em identificar os perfis dos artistas e trabalhar em cima do público que se deseja alcançar. A marca deixa bem claro que não faz nenhum tipo de julgamento ou pré-seleção de caráter racial, de gênero, de estilo musical ou classe social, a ideia de contribuir e apoiar o trabalho sempre será o mesmo para todos os interessados.

“Acreditamos que todo mundo que sonha em ter uma vida de artista, merece viver esse sonho da melhor forma possível”, afirma o fundador da Ipapu.

“Não estamos procurando um cantor de excelência ou um grupo pronto para o mercado, estamos aqui para ajudar qualquer pessoa que queira ver seu trabalho sendo ouvido pelo grande público, estamos aqui dispostos para dar todo o suporte, para ensinar o caminho sem julgamentos”, completou Gui.

Trabalhos atuais e projetos para 2021

Lançando os trabalhos de Telê, a Ipapu tem apresentado resultados satisfatórios em números de execuções nas plataformas de streaming do artista que é a nova aposta do samba, o bom resultado também aparece em números de visualizações no YouTube.

Telê lançou o EP “Colheita”, o primeiro trabalho da carreira. O álbum conta com três músicas e três clipes e para 2021, o cantor e compositor já tem mais canções sendo produzidas e gravadas para disponibilizar ainda no primeiro semestre.

Para 2021 muitos projetos estão surgindo para a Ipapu, a empresa já conta com vários novos nomes que serão as apostas e revelações da música brasileira. 

Projeto social

Dez clientes = apoio a um artista sem recursos

A Ipapu também tem o objetivo de cumprir o papel social, em breve, e a ideia é que a cada dez clientes - artistas que fecharem contrato com a marca, a empresa lance um artista que não tenha recursos financeiros e arque com as despesas de um lançamento. “O nosso objetivo também é transformar vidas de jovens sonhadores, estamos estudando mais sobre esse projeto, pois teremos que ter investidores, parceiros e patrocinadores a fim de oferecer para esses jovens todo suporte necessário”, declarou Rocha.

Para seguir a Ipapu nas redes sociais, acesse:
Instagram: @ipapumusical
Facebook: Ipapu – Incubadora de Talentos Musicais
Twitter: ipapumusical
YouTube: ipapumusical


Roberta Miranda lançou a música “Vida Pelo Avesso” no YouTube

De Rainha da música sertaneja e do Instagram à musa do TikTok, a cantora Roberta Miranda está aproveitando a quarentena para a produção de novos conteúdos. Depois de viralizar um vídeo na internet dançando o hit “Cabaré” (do Nêgo Jhá), a artista retorna às suas origens sertanejas e apresenta no YouTube o registro do clássico “Vida Pelo Avesso” – canção originalmente gravada pela dupla Durval & Davi e que já ganhou notoriedade nas vozes de outros importantes nomes do segmento.

O clipe de “Vida Pelo Avesso” (que tem letra assinada por Ivone Ribeiro / Joel Marques) foi produzido em uma residência no interior de São Paulo de forma bem intimista. Extremamente zelosa e seguindo todos os protocolos sanitários, Roberta Miranda contou com uma equipe enxuta para a gravação, priorizando a qualidade técnica.

“Conversei com meu diretor e a proposta foi realizar um registro simples, mas de altíssima qualidade. Foram usadas câmeras de cinema com lentes primes, além de outros equipamentos e recursos cinematográficos. Tudo bem atual para levar o que há de melhor e mais moderno para os meus fãs. Além disso, a direção fotográfica está bem direcionada contando a história dessa linda música. Espero que vocês gostem”, ressalta Roberta Miranda que está fazendo o lançamento exclusivo no YouTube.

Para conferir o registro de “Vida Pelo Avesso”, acesse: https://youtu.be/IFxDXAcBVk

Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse:
www.robertamiranda.com.br.

Facebook: RobertaMirandaOficial | Instagram: @robertamiranda | YouTube: RobertaMirandaRM |Twitter: @RobertaMiranda1


Coalizão Negra Por Direitos organiza ato nacional

Coalizão Negra Por Direitos organiza ato nacional pela manutenção do auxílio emergencial e por vacina para todos
 
Em Cuiabá, ato será na Praça da Mandioca
Na próxima quinta-feira, 18 de fevereiro 
 
O Coletivo Negro Universitário da UFMT (CNUUFMT), o Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE) e a União dos Negros pela Igualdade (UNEGRO) e organizam ATO PÚBLICO na Praça da Mandioca, como parte do movimento nacional organizado pela Coalizão Negra Por Direitos.
O ato acontecerá às 18 horas, em frente à Casa das Pretas, COM FAIXAS, CARTAZES E OUTROS SÍMBOLOS DA NOSSA RESISTÊNCIA AO GOVERNO GENOCIDA. O Imune convida a todos, todas e todes para esta iniciativa em favor daqueles que estão passando fome.
A MOBILIZACÃO É NACIONAL! 
 
Serão realizados atos em todo o país, exigindo a criação de ações de combate à miséria, como a implementação do auxílio emergencial estadual e municipal, a retomada do auxílio emergencial federal de R$ 600 até o fim da pandemia e a vacinação em massa para todas e todos pelo Sistema Único de Saúde.
O Coletivo Negro Universitário da UFMT é um dos componentes da Coalizão Negra por Direitos, organização formada por 200 entidades dos movimentos negros de todo o país.
O mundo ultrapassou a marca de 106 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 e mais de dois milhões e trezentos mil óbitos. No Brasil, oficialmente, passamos de 9,5 milhões de casos e mais de 230 mil vítimas fatais, número que corresponde a mais de 10% das mortes pela doença em todo o planeta. 
O Brasil é o segundo país no mundo que mais tem mortes em decorrência da pandemia. A cada grupo de mil pessoas, uma morreu por complicações causadas pelo novo coronavírus no país. A maioria dessas vidas poderia ter sido poupada, caso o governo brasileiro tivesse adotado os procedimentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde - OMS. Um ato deliberado que conduziu uma tragédia humanitária, provocado por decisões políticas da presidência.
 

A Coalizão Negra por Direitos exige:

 
- Ampla cobertura vacinal;
- Imediata retomada do Auxílio Emergencial até o fim da pandemia e consequente aprovação de uma Renda Básica permanente, sem prejuízo do Bolsa Família;
- Fortalecimento dos Benefícios de Prestação Continuada; 
- Atendimento a todos os protocolos de proteção determinados pela Organização Mundial de Saúde enquanto perdurar a pandemia;
- Erradicação da política genocida do governo contra a população negra e indígena;
- Fim da Emenda Constitucional 95 que retirou investimentos da saúde e provocou o sucateamento do Sistema Único de Saúde - SUS (perdemos 18 bilhões de investimentos somente em 2019).
 
 
Mais informações: (65) 9255-6863
 

Lançamento do Livro: Meta-Jogo Político - Vinicius de Carvalho Araújo

Lançamento e Sessão de Autógrafos

Do livro:“META-JOGO POLÍTICO”

 Autor: Vinicius de Carvalho Araújo, Administrador, Analista político e professor universitário.

Dia: 20/Fevereiro/2021 às 18horas-

Local: Goiabeiras Shopping, piso Térreo (corredor da loja Animale) Cuiabá/MT.

 

 O livro “Meta-jogo Político”, primeiro lançamento do gênero política, pela Umanos Editora, aborda o embate entre os agentes políticos/partidos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) no episódio da discussão em torno da lei 9.096/95. O leitor poderá encontrar esclarecimento específico sobre a cláusula de barreira que instituía nível mínimo de votação para que os partidos mantivessem plenos direitos no Legislativo, instrumento era considerado como a pedra angular do sistema partidário que se pretendia implantar no Brasil após o ano de 2006.

 

O livro traz uma apresentação da gênese da lei 9.096/95 no Congresso Nacional e a respectiva revisão judicial, as relações Executivo-Legislativo e os partidos políticos do período. O autor discorre sobre os impactos da lei nesse cenário, e, ao final, discute a resolução TSE 22.610/07. Ao ler a obra, observa-se como esse trabalho confirmou a hipótese de que o Poder Judiciário focou na definição das regras do jogo, enquanto os políticos/partidos se concentraram na operação do sistema via clientelismo.

 

SOBRE O AUTOR

 

Vinicius de Carvalho Araújo é Administrador, Doutorando e mestre em História (UFMT), Especialista em gestão pública (UFMT), Especialista em Ciência Política (ICE), Gestor Governamental do Estado de Mato Grosso, Professor universitário, Analista político, Palestrante, Autor de vários livros e artigos na área de Administração Pública, História e Ciência Política.

O autor possui experiência na área de Administração, com ênfase em Política e Planejamento Governamental, atua principalmente nos seguintes temas: governabilidade e governança, setor elétrico e reforma do Estado, história política de Mato Grosso e teoria organizacional. Na área de História, dedicou-se mais à História Política.

 

Serviço:

 Título do livro: META-JOGO POLÍTICO-  Autor: Vinicius de Carvalho Araújo.

Páginas: 200 / Edição: 1ª - / Formato: 15,5 x 22,5cm / Acabamento: Brochura. Categoria: Política.

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2021. (www.grupoumanos.com.br)

Valor: R$ 50,00

 Contato:

 

NÉLITON GOIS - Diretor de Marketing

Cel: (65) 9 9629-3453/  E-mail: [email protected]

 

 


Hoje: lançamento do Curta"Origens" na Celebração do Dia Nacional da Visibilidade Trans

 

A Luisa Lamar & Lupita Amorim comandam atrações no YouTube do Cine Teatro Cuiabá  

 O protagonismo e a visibilidade das pessoas trans são foco da Live da 2ª Celebração do Dia da Visibilidade Trans, que acontece a partir das 20h de sexta-feira, 29 de janeiro, com transmissão pelo Canal do YouTube do Cine Teatro Cuiabá (a Live também poderá ser acessada pelo facebook.com/cineteatrocuiaba). Apresentada pelas multiartistas A Luisa Lamar & Lupita Amorim, a Live conta com performance musical de Cristopher Chaves e promoverá a estreia mato-grossense do curta “Origens”, dirigido por Anna Maria Moura, Bruna Leite, Jennifer Sabino & Rubia Bernasci (2020, 9'). Desde a manhã, a partir das 10h, pelo facebook.com/cineteatrocuiaba, serão compartilhados audiovisuais realizados por pessoas que residem em Mato Grosso e que colocam em cena pessoas trans. A Live também será oportunidade para conversa, entre apresentadoras e público, sobre os audiovisuais compartilhados desde a manhã. A live é de acesso gratuito e tem classificação indicativa 18 anos.

A proposta dessa programação é dar continuidade à ação promovida em parceria com o Cine Teatro Cuiabá no Dia da Visibilidade Trans de 2020. Naquela ocasião, além do lançamento do premiado longa “Bixa Travesty” (Claudia Priscila e Kiko Goifman, Brasil, 2018, 75’), foi organizada uma noite com falas e apresentações culturais protagonizadas por pessoas trans, como Raphaely Luz (mestre de cerimônias), Sophie & Hend Santana (apresentações musicais), Valentim Félix, Vicente Tchalian & Rodolfo Rodrigues (transmasculinos apresentadores do podcast Escuta Trans). “A Celebração de 2020 foi importante porque estivemos, como comunidade trans, à frente de um evento cultural que reuniu público significativo e que foi fundamental para gerar empatia e desmistificar estereótipos ainda atrelados à população trans”, enfatiza A Luisa Lamar, uma das produtoras e apresentadoras da Live da 2ª Celebração do Dia da Visibilidade Trans.

  

Para 2021, a organização da 2ª Celebração do Dia da Visibilidade Trans optou pela programação online em razão das medidas de contenção da pandemia de COVID-19. Essa decisão pelo online também é uma tática para atingir públicos que estão em outros lugares de Mato Grosso, ampliando, no longo prazo, a visibilidade da Celebração, cujo registro ficará disponível para acesso no Canal do YouTube do Cine Teatro Cuiabá.

 

Compartilhamento de curtas

Quinze audiovisuais (incluindo ficções, documentários e videoclipes) realizados por pessoas que residem em Mato Grosso e que colocam em cena pessoas trans serão compartilhados a partir das 10h de sexta-feira, 29/01, pelo facebook.com/cineteatrocuiaba. “Além de reunir conteúdos audiovisuais com protagonistas trans, a ideia é conversarmos, durante a Live (que acontece às 20h de sexta) sobre como as pessoas trans têm sido representadas no audiovisual produzido em Mato Grosso, bem como discutir sobre a abordagem das vivências trans e suas temáticas em produções artísticas”, comenta Lupita Amorim, uma das apresentadoras da Live e curadora dos audiovisuais compartilhados.

 

Compõem a seleção de audiovisuais da 2ª Celebração do Dia da Visibilidade Trans: “Aquilo que me olha” (Felippy Damian, 2015, 11’); “Boneca de Neuza” (Luzo Reis & Thiago Costa, 2010, 11′); “Cautela” (Laise Mendes, 2020, 5'); “Ciranda” (Ângela Coradini & Felippy Damian, 2017, 25’); “Como ser racista em 10 passos” (Isabela Ferreira, 2018, 13’); “Lambatrans” (teaser) (Luisa Lamar, Carol Marimon, Alison Rangel & Isabelle Almeida, 2018, 2’); “Majur” (Íris Alves Lacerda, MT, 2018, 20’); “No avesso da noite de Palmas” (Bruna Irineu, 2017, 28’); “O amor transforma” (Elton Martins & Dizão Leão, 2019, 4’); “Plus Size: can be diva” (Elton Martins, 2019, 23’); “Poemargens” (Anna Maria Moura & Sol Ferreira, 2020, 25’); “Reparação” (videoclipe de A Luisa Lamar) (MC RB8/Anônima Beats, 2020, 3’); “Tá vendo, seu moço?” (videoclipe de Karola Nunes) (Juliana Segóvia & Pedro Brites,  2020, 5’); “The Chanel’s: trajetória, vivências e a construção da arte lgbt negra” (Wandeir Maurício dos Santos, 2020, 15’). Após lançamento na Live, “Origens” (Anna Maria Moura, Bruna Leite, Jennifer Sabino & Rubia Bernasci, 2020, 9') será integrado à programação.

 

 

 

A 2ª Celebração do Dia da Visibilidade Trans é uma parceria entre Cine Teatro Cuiabá (SECEL), Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH), Luisa Lamar Produções, Podcast Escuta Trans, Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT) e Circuito de Festivais de Audiovisual de Cuiabá (Mostra de  Cinema Negro, Festival de Cinema Feminino Tudo Sobre Mulheres, CineCaos,  CINEMATO - Festival de Cinema de Cuiabá e MAUAL - Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina).

 Saiba mais

Acompanhe a agenda cultural do Cine Teatro Cuiabá através do site www.cineteatrocuiaba.org.br e das redes sociais: Facebook @cineteatrocuiaba; Instagram

 Serviço

O quê: 2ª Celebração ao Dia da Visibilidade Trans

Quando e onde: Sexta-feira, 29 de janeiro de 2020, a partir das 20:00, no Canal do YouTube do Cine Teatro Cuiabá (ou através do facebook.com/cineteatrocuiaba). Compartilhamento de curtas acontece a partir das 10h de sexta pelo facebook.com/cineteatrocuiaba.

Classificação indicativa: 18 anos

Acesso gratuito

Mais informações:

A Luisa Lamar: 65 99308-1023 – [email protected]

Lupita Amorim: 65 99292 3262 - [email protected]

 


Casa da Pretas lança Exposição Arte e Resistência

 

 

O Centro Cultural Casa das Pretas, lança a EXPOSIÇÃO VIRTUAL E COLETIVA "ARTE E RESISTÊNCIA", no dia 26 de Janeiro de 2021,  os trabalhos artísticos valorizam a cultura negra. As fotografias, aquarelas e gravuras digitais da exposição criados na concepção da luta antirracista, exibem ainda referências de identidade onde um novo olhar evidencia as transformações da Arte como potência e potenciadora do que segue invisibilizado em nossa cultura.

A Casa das Pretas em Mato Grosso, é sediada na Praça da Mandioca, centro histórico de Cuiabá, criada pelo IMUNE-MT (Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso) para ser um centro de cultura, arte, literatura, cursos, palestras, eventos, enfim toda produção cultural que valorize a cultura afro-cuiabana em nosso Estado.

Para a Exposição "Arte e Resistência" foram convidados quatro (04) artistas residentes em nosso estado. Com abertura prevista pra dia 26 de Janeiro de 2021 no seguinte link : https://casadaspretasmt.wixsite.com/exposicao

Carina Valeria da Comunidade Ribeirão do Mutuca, uma das localidades que formam o Território Quilombola de Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento-MT, traz em suas fotografias, um olhar para a ludicidade das crianças no criar e jogar. "Sou criança, sou negra/Também sou resistência/Racismo aqui não, se não gostou, paciência"  (MC Soffia)

Eliana Fogaça nos brinda com aquarelas e pinturas inspiradoras com "olhos" que tudo vêem e se deixam ser penetrados e desvelados. Nos sensibilizam ao nos lembrar da potência e resistência feminina: "Sou mulher, sou dona do meu corpo/E da minha vontade. Fui eu que descobri Poder e Liberdade. Sou tudo que um dia eu sonhei pra mim" (Doralyce)

O geógrafo João Almeida fotografa Betinha, mediunizada na Tenda de "Maria Sabino", entidade que trabalha na Umbanda, há mais de cinqüenta anos, empoderando mulheres ao lhes apresentar fé ancestral, força, resiliência, um farol contra intolerância religiosa. Cinco décadas de compromisso e conexão com sua linhagem de mulheres Xamãs, curadoras, benzedoras, abençoadoras. "Sua bença minha mãe Betinha!"

Lia Amazonas com sua arte digital mostra resistência, referência e construção de outras matrizes de representação de corpos pretos, segue no caminho da desconstrução da estética opressora dos anúncios de revistas e jornais que perpetuam a branquitude."Há tanta beleza em mim/Há tanta riqueza em mim/Um mergulho pra dentro da casca.../As feridas que herdei são antigas mas a realeza tá há mais tempo no nosso DNA" (Drik  Barbosa e Rashid)

Arte e Resistência por Lupita Amorim 

Lupita Amorim do CNU/UFMT faz reflexões sobre Arte e Resistência e a luta antiracista:  "Para nós pessoas pretas a arte tem sido um espaço muito importante, sobretudo de resistência, pois por meio dela podemos falar de nossas vivências como elas são, imaginar como gostaríamos que fosse ou até mesmo denunciarmos situações de desigualdades, dentre outras possibilidades de representações artísticas ao qual tenho a honra de afirmar que fazemos isso com muita maestria, demonstrando nossa potência com nossa a manifestação de nossos desejos, vontades e expectativas diante de tantos assuntos, principalmente aquele que mais nos limita que é o racismo. Seja na poesia, música, artes visuais, dança, teatro ou outras formas de expressão artísticas a população preta brasileira tem evidenciado há muito tempo que a arte é esse espaço de resistência por não ter limitações em relação ao que podemos criar, registrando o que aconteceu ontem, construindo o hoje e projetando o amanhã através da arte conseguimos exercitar nossos talentos e potencialidades! Em Mato Grosso temos uma juventude negra disposta e comprometida em trazer em sua arte as urgências de nossa população para os tempos atuais e futuros, mas também falar de outros temas que não somente a violência que nos acomete diariamente. Feliz em fazer parte desse movimento!"

Confiram https://casadaspretasmt.wixsite.com/exposicao


Janete Manacá Lançará 5 Livros na Casa das Pretas 11 Dezembro 19 h

AUTORA LANÇA 5 LIVROS NUMA ÚNICA NOITE

 

 A escritora e poeta Janete Manacá lança no próximo dia 11 de dezembro cinco livros, por meio do portal online do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT), a Casa das Pretas. Tecelã de memórias, (narrativas), Valentina, A menina que brinca com o vento (infantil), Outono para além da janela (poesia), GAIA - A poética silenciosa do Amor (poesia) e A sabedoria dos caminhos: poesia em tempos de pandemia são as novas obras de Manacá.

 

Os livros já estão à venda e podem ser adquiridos com a autora, que futuramente pretende realizar o lançamento deles de forma presencial, com mais segurança.

 

Em 2018, aos 61 anos, já aposentada como servidora pública federal, lançou numa única noite 3 livros de poesias: Deusas aladas, A última valsa e Quando a vida renasce do caos. Em 2019 houve mais dois lançamentos: Sinfonias do entardecer e Extasiada de infinitos. 

 

As protagonistas das suas poesias são a Mãe Terra, as ancestrais e as mulheres em conexão com o sagrado útero planetário. À essas mulheres, com essas mulheres e por essas mulheres ela escreve. Sua poesia contém perfume, memória, sabor, cura e proteção, que invoca e convoca todas essas mulheres a estarem no seu lugar de guardiã, devota, curandeira, parteira, rezadeira, raizeira, benzedeira, dentre outras, num acolhimento afetivo, solidário e amoroso. 

 

 

Tecelã de memórias

 O livro Tecelã de Memórias, com ilustrações de Elis Souza Rockenbach, capa da artista plástica Cidinha Ferreira e prefácio da atriz Lúcia Palma, é marcado por reminiscências que povoaram o imaginário da autora, da infância à vida adulta e agora são compartilhadas com seus leitores. Em “A menina que nunca deixou de sonhar” a autora relata seu cotidiano nos rigorosos dias de inverno na lavoura de café no norte do Paraná. “A vida não oferecia uma segunda chance. Ou vencíamos os desafios ou eles nos destruíam sem nenhuma piedade. Na lei dos mais fortes, os frágeis vencem pela teimosia...” Remeteu-me a Ana Terra, de Érico Veríssimo: “vou vencer por birra”, destaca Lúcia Palma, atriz e especialista em semiótica da cultura.

 Na narrativa “Crianças boias-frias e as aventuras na colheita de algodão” ela conta que aos 10 anos teve que deixar a escola no término do segundo ano primário por “necessidade de sobrevivência”(sic)... “nem o amor ao conhecimento e a súplica da Professora” puderam salvá-la. Ela diz: “fome não rima com poesia e muito menos com o desejo de sonhar”, ressalta Lucia Palma.

 A autora relata de maneira especial sua acolhida por Cuiabá desde o início e como ela se apaixonou por essa Capital. Em suas narrativas ela faz um passeio pela vida noturna da cidade, suas descobertas culturais, as relações de amizade com artistas que tocaram seu coração e o encanto com as belezas de Chapada dos Guimarães, com destaque à cachoeira “Véu da Noiva”.

 

 

Valentina, a menina que brinca com o vento

 Com ilustrações de Elis Souza Rockenbach, o livro “Valentina, a menina que brinca com o vento” é a primeira produção infantil da autora e conta as aventuras criativas de uma menina, que até os 8 anos de idade viveu no campo e usufruiu dos benefícios da mãe natureza. As ilustrações em preto e branco, tem como objetivo propiciar à criança uma interação lúdica com a obra. “Cada criança é única e traz em si um inesgotável potencial artístico. Então é ela quem irá, de acordo com a sua percepção, colorir o livro, dando ao mesmo a cor que lhe sugere a história”, conta Manacá.

 Nas páginas finais há alguns jogos como, caça palavras, entre outros, que também instigam o desenvolvimento intelectual e criativo da criança. “Por incrível que pareça este livro teve boa aceitação inclusive entre os adultos que entram em harmonia colorindo as ilustrações”, conclui a autora.  

 

 

Outono para além da janela

 

Capa da artista plástica Cidinha Ferreira e prefácio da poeta Mirian Marclay. Esse livro foi inspirado em várias vivências cotidianas e muitas delas remetem à infância, mais especificamente a estação de outono. Essa estação que traz como lição a necessidade de exercer o desapego é um tempo de reclusão e de compreender que o ser humano é uno com a natureza. É um momento de maturidade que traz reflexões acerca das perdas e conquistas e nos ensina a ressignificar o que realmente é importante na vida.

 Conforme descrito em seus versos, o outono trouxe muita dor à vida da autora, e a fez compreender que era nessa estação que as grandes mudanças aconteciam. Um período de muitas dificuldades. Era preciso despir-se da pele habitada para que nova roupagem pudesse revestir o corpo para a chegada do inverno.

 “A poesia é um resgate de si mesmo no tempo presente. E esta obra é um presente que nos instiga a resgatar-nos um pouco mais através do olhar sensível e conectado a Gaia desta autora tão sensível e ligada aos movimentos atuais – sem esquecer de suas raízes atemporais,” ressalta Miriam Marclay, poeta e escritora.

 “Entre o parapeito e as flores / o olhar expandido voa / para além dos sentimentos / quantas poesias foram colhidas / entre as folhas brincando ao vento / aos olhos apressados do tempo (...)”, poesia, com o mesmo título do livro.

 

 

GAIA – a poética silenciosa do amor

 

Capa do artista plástico José Augusto e prefácio da poeta Lívia Bertges. Gaia – a poética silenciosa do amor nasceu em plena pandemia e chama a atenção para o cuidado amoroso e necessário àquela que tudo nos prove: a Mãe Terra. O livro traz a tona reflexões acerca deste momento de incertezas e conclama às pessoas para uma nova era de amor, entrega, partilha e solidariedade. A autora espera que as poesias nele contidas possam reverberar a urgência do cuidado planetário. 

 O livro faz um convite às curandeiras e guardiãs da vida planetária sob ameaça de extinção a darem as mãos numa harmoniosa ciranda para acolhê-la com amor e bem-quer. “Vigie a plenitude da Terra, escute o silêncio. Acolha-os. Este é o convite primordial desta escrita-anfitriã de Janete Manacá”, reforça, Lívia Bertges, poeta e doutora em estudos literários pela UFMT.

 De acordo com a autora, Gaia é e sempre será protagonista das suas poesias. “Seus dias são de vigília universal / Têm destaque nos meus versos / transbordam nas páginas do meu ser / sua força é proteção / dos meus dias inquietos / Senhora dos meus desertos,” estrofes da poesia, Senhora dos meus desertos.

A SABEDORIA DOS CAMINHOS: poesia em tempos de pandemia

 A capa dessa obra é da artista plástica Daniela Monteiro e prefácio de Silviane Ramos, Herdeira do Quilombo do Quariterê. Esse livro foi produzido totalmente durante na quarentena. As 101 poesias nele contidas fazem parte do “Momento com Gaia”, projeto criado no início da pandemia e tem por finalidade enviar todas as noites um áudio com poesias de autoria de Janete Manacá para centenas de pessoas do Brasil e outros países, via whatsApp.

 Esse projeto nasceu com a necessidade de expressar o seu afeto a dezenas de pessoas que estavam ansiosas, depressivas e muitas delas desenvolvendo síndrome de pânico. Já foram enviadas mais de duzentas poesias. Além desse, já esta em andamento mais um livro. “Expostos à iminência da morte, fomos tocados pelo desejo de viver. O projeto continua a todo vapor. Às vezes quando eu atraso o envio as pessoas me mandam mensagens cobrando. Muitas não dormem enquanto não ouvem o Momento com Gaia”, declara Janete.

 “De repente o passado já não cabia no hoje. A cadeira de balanço passou a ser o lugar mais cômodo para repensar a vida e dar novos tons ao cotidiano. Era preciso aprender a lidar com as frustrações, curar as feridas, perdoar, desenvolver a compaixão, saber ouvir. O momento pedia calma, acolhimento, solidariedade, desapego, entrega, amor. Havia uma necessidade urgente em aprender a organizar o caos, arrumar a casa, exercitar a compreensão, dialogar, ser e estar no mundo vivenciando o agora na intensidade que o momento requeria. Como um convite que a todo instante nos instigava a reinventar novos caminhos,” esclarece Janete na apresentação.

 

 (foto: Fred Gustavos)

 

Sobre a autora

Janete Manacá (Janete Ferreira da Silva) é filha de camponeses, aposentada, escritora e poeta. Passou a infância num povoado rural no norte do Paraná. Ama a vida, a natureza e todas as formas de arte. Bacharel em Serviço Social, Rádio e TV e Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). É colaboradora do Parágrafo Cerrado e integrante do Coletivo Literário Maria Taquara, ligado ao Mulherio das Letras/MT. Possui poesias publicadas na Revista Pixé, Ruído Manifesto, Ser MulherArte, TyrannusMelancholicus e outras mídias.

Serviço

 O QUÊ: Lançamento das obras

  1. Tecelã de memórias
  2. Valentina, a menina que brinca com o vento
  3. Outono para além da janela
  4. GAIA - A poética silenciosa do Amor
  5. A SABEDORIA DOS CAMINHOS: poesia em tempos de pandemia


QUANDO: 11 de dezembro de 2020, às 19h

ONDE: Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT), a Casa das Pretas (LIVE)

MEDIADORA: Marta Cortezão do Mulherio das Letras da Espanha

 Elienai Corrêa

Jornalista DRT/MT 1835

 

 

 

 

 

 

 


Lançamento do livro: “CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão” 01 Dezembro - Sesc Arsenal

Lançamento e Sessão de Autógrafos

Do livro: “CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão

Autor: Marcelo Pereira, escritor, biólogo e professor.

Dia: 01/Dezembro/2020 às 18horas-

Local: Sesc Arsenal Biblioteca, Rua 13 de junho, Centro Sul, S/n, Cuiabá/MT.  

 

 

O livro“ CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão”, lançamento inédito da Umanos Editora, no gênero fantasia de literatura nacional, apresenta uma história intrigante que supera grandes enredos já publicados. Trata-se de uma ficção que instiga e surpreende o leitor coma narrativa de uma saga entre reinos primitivos e mundos diferentes na batalha por sobrevivência, que envolve poder e magia contidos em relíquias sagradas de dragões. Este é o primeiro volume de uma série, cujo enredo apresenta clãs sombrios obstinados, outros destemidos decididos a encontrarem relíquias de poder a qualquer custo, quebram protocolos, se reinventam, enquanto há também os que atuam com intuito de formarem uma sociedade intelectualizada.

Essa é a publicação de estreia do autor, obra que foi escrita toda a punho. O público vai percorrer uma jornada de heroísmo, enigmas, transformações, disputas, decepções, perdas, onde o preconceito, a ganância, a sedução e o poder imperam sobre mundos obscuros. 

Em mais de quatrocentas páginas de aventura e magia, o leitor é convidado a conhecer uma floresta milenar do mundo medieval, habitada por vilões e guerreiros vigorosos, onde a magia faz parte dos reinos. Lugar onde há seres destemidos que surgem de várias raças, dentre animais e feras híbridas. Eles possuem forças descomunais, usam a energia dos próprios corpos para transmutá-los, assim como o ar da órbita em torno deles, o que os tornam hábeis e ágeis para o combate. Nessa época remota, também vive uma parte oprimida, minoritária e alvo dos clãs sombrios e robustos, formada por seres humanos. Devido a fragilidade que eles possuem e incapacidade de absorver a energia do ambiente que vivem, são utilizados como alimento e para o trabalho escravo dos seres poderosos.

 

Mas, é do recôndito das feras sombrias que surge a benevolência de outras espécies, em favor dos seres frágeis, devido a bondade percebida neles. É aí que o leitor vai conhecer a trajetória de guerreiros e vilões, cercada por muitos desafios e bravas lutas, além de descobrir como uma relíquia sagrada milenar pode ser a chave para revelações emocionantes.  

O roteiro dissertado no livro é intrigante, repleto de aventura, muita ação e batalhas internas que podem fazer o leitor duvidar até das próprias escolhas quando deparar com personagens cativantes, tornando-o fascinado pelas histórias apresentadas por eles, um emaranhado de fantasias que não termina com desfecho previsível. O convite aos leitores é que se preparem para adentrar a essa egrégora de reinos que surpreenderá você em cada quinhão da saga, pois do Clã mais simples e menos preparado, poderá surgir o pior de todos os inimigos. Isso é o que oferece o primeiro volume da obra que apresenta apenas o começo de uma narrativa impactante, até então inimaginável para os leitores.

 

 

Serviço:

Título do livro: CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de Dragão.

Autor: Marcelo Pereira.

Páginas: 420 / Edição: 1ª - / Formato: 15,5x22,5cm / Acabamento: Brochura.

Categoria: Fantasia, Ficção, Literatura Nacional.

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2020. (www.grupoumanos.com.br)

Valor: R$ 65,00

 

Contato:

 

NELITON GOIS

Diretor de Marketing - Cel: (65) 9 9629-3453

E-mail: [email protected]

 


APARTAMENTO EM CUIABÁ

DOCUMENTOS QUE VOCÊ DEVE TER EM MÃOS AO ALUGAR UM

APARTAMENTO EM CUIABÁ

Saiba a documentação completa necessária para alugar um apartamento.
Vai se mudar? Se você está pensando em alugar apartamento e já escolheu aqueles que mais
combinam com você, e com o seu estilo, para chamar de lar, é hora de providenciar a
documentação necessária para assinar os papéis e se mudar de vez para o seu novo espaço. Mas
será que é fácil assim o processo de registro de um apartamento para alugar em Cuiabá? Afinal,
quais são os documentos necessários para conseguir resolver esta etapa tão importante? É isso
que você descobre a seguir neste artigo, acompanhe!
POR QUE OS DOCUMENTOS SÃO IMPORTANTES: Quem já passou pela saga de alugar
apartamento, sabe que a documentação necessária é realmente a parte mais crucial desta
história, não apenas porque os seus dados irão garantir, de forma segura, que o local está sob sua
responsabilidade, a partir daquele momento, mas também para verificar o seu histórico de
pagador, afim de atestar que você não possui débitos financeiros ou até mesmo nome sujo em
órgãos governamentais como SPC ou SERASA.
QUAIS DOCUMENTOS SÃO NECESSÁRIOS: Seja apartamento ou Kitnet para alugar, a
lista de documentos exigida pelas imobiliárias é a mesma, independente do tamanho do imóvel.
Para conseguir registrar o seu aluguel, será necessário apresentar os seguintes documentos, junto
à empresa responsável:
 CPF;
 RG;
 Comprovante Residencial;
 Comprovante de Renda – últimos 3 holerites de pagamento;

 Comprovante de Vínculo Empregatício;
 Recibo de pagamento de aluguel – últimas 3 vias pagas com comprovante, caso more de
aluguel.
Com toda esta documentação em mãos, será necessário enviá-la via e-mail ou entrega-la
pessoalmente à imobiliária responsável. A partir daí, a empresa fara uma espécie de busca no
sistema, para saber se as informações apresentadas são verdadeiras e se você possui renda
compatível com o valor do aluguel que, normalmente, deve ser o dobro do valor solicitado na
parcela. Ou seja, se você se interessou por um Kitnet para alugar no valor de R$ 500 reais, por
exemplo, será necessário que sua renda mensal seja, no mínimo, de R$ 1000 reais.
GARANTIA DE PAGAMENTO: Além da documentação exigida para quem está pensando
em alugar apartamento, existe outro ponto que precisa ser visto na hora de assinar os papéis do
aluguel, a garantia de pagamento. Você pode escolher entre as 3 opções disponíveis nesta
categoria que são Fiador, Seguro Fiança e Caução.
 FIADOR: O Fiador é, de longe, a opção mais barata disponível entre as garantias de
pagamento. Porém, também é preciso lembrar a pessoa que assume esta
responsabilidade por você, deverá ser alguém de confiança, um amigo muito próximo
ou familiar, já que esta é uma missão que requer um certo comprometimento. Vale
lembrar que, assim como você, o Fiador também deverá apresentar toda a
documentação exigida pela imobiliária que, normalmente, é a mesma nos 2 casos.
 SEGURO FIANÇA: O Seguro Fiança é uma modalidade onde o futuro proprietário do
imóvel terá de arcar com o pagamento extra de uma ou duas parcelas do valor do
aluguel, que serão diluídas no valor mensal já pago pelo imóvel. Por exemplo, se o
valor do aluguel for de R$ 1200.00, o seguro fiança – se for de uma parcela mensal
apenas – irá acrescer R$ 120.00 no orçamento, totalizando R$ 1320.00 por mês, durante
10 meses. O período de pagamento pode ser diferente, de acordo com cada imobiliária.
Esta modalidade não possui reembolso.
 CAUÇÃO: O caução, diferente do seguro fiança, possui reembolso, porém ele deve ser
pago imediatamente na assinatura do contrato de aluguel. Seu valor é correspondente a
uma ou duas parcelas do valor do aluguel e, normalmente, é devolvido ao responsável
pela locação, ao final do período do contrato.
Alugar apartamento é uma tarefa um tanto quanto trabalhosa, mas no final sempre vale à pena.
E se você quiser saber mais dicas de como escolher o imóvel certo para você ou entender qual é
a melhor opção de investimento imobiliário, não deixe de seguir nossos perfis nas redes sociais
e ficar por dentro de todas as nossas novidades.


Clube do Ceramista visita o atelier Regina Calazans nesta sexta-feira (13/11)

 

 

Toda sexta-feira do mês acontece a edição do Clube do Ceramista.

Nesta próxima sexta (13/11) o encontro virtual será no ateliê da artista visual e ceramista Regina Calazans.

O Clube do Ceramista é uma iniciativa do Sesc Arsenal, que convida toda semana um ceramista a abrir as portas de seus espaços de criação.

Os encontros são das 14 hs às 15 hs pela plataforma Google Meet e o link é disponibilizado dias antes do encontro.

Acompanhe as redes sociais do Sesc Arsenal para ficar por dentro da programação e acesso aos links dos encontros.

 

Vida e obra da Artista 

Regina Ortega Calazans, natural do Paraná e mato grossense de coração!
Professora grande parte da vida, mãe, esposa, avó e uma pessoa apaixonada pelo barro!
É gratificante ver a massa transformar-se em belas obras, através de nossas mãos!
Trabalhamos com a energia contida nela e passamos às obras toda nossa energia.É fascinante! Por isso, quando estou esculpindo algo, sempre mentalizo as melhores energias para quem a adquirir.

Aprendemos muito com o barro, principalmente ser pacientes e esperar as etapas necessárias para que a finalização seja perfeita!!


Comecei a esculpir em 2015, e tive a oportunidade de participar de algumas exposições e feiras:
Transmitilogismo João e Maria, idealizada por João Sebastião; Opus Magna em homenagem a Magda Domingos, Isaca- I Semana de Arte e Cultura da Amamentação-Palácio da Instrução, curadoria de Ronei Ferraz, Pandora Brasil-Maitres, a convite de Áurea Meira, exposição virtual, Exposição de Presépios no Sesc Arsenal, curadoria Ronei Ferraz, Corpus Pretus, exposição virtual da Casa das Pretas, a convite de Gilda Portella.


Faço parte do Coletivo Ceramistas do Mato e, com o grupo, participei de duas Feiras do Ceramistas, no Sesc Arsenal e da construção de dois painéis expostos na entrada do Sesc , durante a feira, com obras de vários participantes do coletivo.

 


Campanha leva ajuda a mais de mil famílias atingidas pelo fogo em MT

 

 

Em pouco mais de um mês de atuação, o Movimento SOS Filhas do Cerrado e do Pantanal ajudou a amenizar, com a entrega de alimentos, água, máscaras e itens de higiene, a situação emergencial de 1.047 famílias de comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais atingidas pelos incêndios e a seca em Mato Grosso.

A campanha de arrecadação e entrega de suprimentos alimentícios, higiênicos, água potável, sementes e ferramentas é articulada pelo Centro Cultural Casa das Pretas com o apoio do Instituto Centro de Vida (ICV) e contabiliza, desde 25 de setembro, a entrega de 1.047 cestas básicas, 1.360 litros de água mineral, 275 máscaras e quase 140 litros de álcool em gel.

A mobilização estava prevista para durar até o dia 30 de novembro, mas deve ser prorrogada em razão dos bons resultados.

“À princípio era uma articulação artístico e cultural para dar visibilidade às mulheres negras e indígenas, mas então vimos essa demanda de ajudar comunidades em situação de risco pela pandemia e pelas queimadas. Nos deparamos com a questão: como promover atividades culturais enquanto as roças e os territórios dessas pessoas estão nessa situação?”, conta Paty Wolf, coordenadora da Casa das Pretas e uma das idealizadoras do projeto.

 

SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

 

Os incêndios acentuaram a situação de extrema de vulnerabilidade socioeconômica que as comunidades rurais enfrentavam desde abril, com o advento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“As pessoas perderam emprego e não podiam vender mais o que produziam nas comunidades, como farinha e outros produtos artesanais, elas iam vender nas feiras, em mercadinhos, nas ruas. Embora não estivessem vendendo, podiam ainda produzir para o próprio consumo”, afirma Deroní Mendes, coordenadora do Programa de Direitos Socioambientais do Instituto Centro de Vida (ICV). “Aí veio o fogo e destruiu essa possibilidade também.”

A campanha ainda deve atender 1.327 famílias distribuídas entre 53 comunidades cadastradas pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas de Mato Grosso (Conaq-MT), a Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT) e a Rede de Comunidades Tradicionais do Pantanal.

As organizações realizaram o levantamento das comunidades, número de famílias e as necessidades mais urgentes de cada uma.

O movimento articula o recebimento das doações, logística e ordem das entregas, que varia de acordo com a quantidade dos suprimentos arrecadados. “A gente espera ter no mínimo cem cestas básicas para articular a logística de entregar e atender mais de uma comunidade por viagem”, explica Deroní.

Ao total, foram identificadas 1.456 famílias indígenas, 687 quilombolas e 221 pantaneiras para atendimento emergencial nos dois biomas no estado.

A periodicidade das idas às comunidades depende do fluxo de doações, que podem ser realizadas por dinheiro ou entrega de produtos na sede do ICV em Cuiabá até o fim do mês.

Cada uma das comunidades conta com um ponto focal que recebe e distribui os donativos de forma documentada com as assinaturas das famílias beneficiárias.

PÓS FOGO

O Pantanal é conhecido por sua biodiversidade, que neste ano sofreu efeitos possivelmente irreversíveis.

Dependentes da fauna e flora de seus arredores, as numerosas comunidades humanas rurais do bioma ainda carecem de visibilidade. Por isso também a importância da articulação entre as organizações representativas das comunidades. É o que explica Deroní.

“O movimento foi uma força para unir as comunidades, muitas vezes afastadas e de difícil acesso, para levar as demandas para fora e atrair essa ajuda, que ainda vai ser necessária nos próximos meses”, diz.

O agricultor familiar e pescador Edson Dias do Nascimento perdeu, além do roçado, as duas vacas que possuía.

Hoje comemora as primeiras chuvas na comunidade Acorizal de Barão do Melgaço e uma das que recebeu o apoio da campanha. “Mas ainda falta chuva pra gente plantar, o que a gente perdeu não recupera mais”, comenta.

O início do período chuvoso em outubro ajudou a apagar o fogo, mas levou a fuligem contaminante aos córregos que não secaram no período da estiagem, um dos mais fortes dos últimos anos no bioma.

De acordo com Eliane Xunakalo, assessora da FEPOIMT, a água potável é uma demanda urgente entre os povos indígenas. “Essas primeiras chuvas levam as cinzas para a água e até que os rios se limpem, vai precisar de bem mais”, explica.

A situação crítica é estendida ao Cerrado: lideranças da Terra Indígena Tadarimana, localizada no município de Rondonópolis, relataram durante uma entrega de doações a mortandade dos peixes nos córregos.

Mesmo com a intensificação das chuvas das próximas semanas, os efeitos dos incêndios devem perdurar.

 

RECONSTRUÇÃO LENTA

As populações atingidas relatam a necessidade de mudas, sementes, ferramentas para a reconstrução dos meios de vida.

O período chuvoso e a pandemia ainda acentuam a dificuldade no deslocamento entre as cidades e as comunidades, em geral afastadas dos centros urbanos.

“A questão não termina com as cestas básicas, ainda tem outros meses e outros momentos onde há a necessidade. A devastação continua e ainda temos muitas demandas”, diz Cláudia Pinho, representante da Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras.

Nas aldeias indígenas, Eliane explica que a destruição do roçado, das plantas medicinais e das palhas utilizadas na confecção das moradias de alguns povos indígenas será superada em um processo lento.

O buriti, por exemplo, deve ainda demorar dois anos para crescer e para suas palhas servirem na confecção das moradias de determinados povos, que agora precisam substituir o artefato por lonas.

Um deles é a etnia bororo da TI Tereza Cristina, uma das três terras indígenas localizadas na porção mato-grossense do Pantanal e de onde alguns anciões, mulheres e crianças chegaram a ser evacuados com o avanço do fogo.

“Foi uma sinergia de impactos sobre a gente”, conta Estêvão Bororo, representante da Associação TugoBaigare e morador da aldeia Córrego Grande, de onde cerca de 50 moradores tiveram de sair de suas casas com a proximidade do fogo e também onde um ancião foi vitimado pela Covid-19.

Agora, afirma o indígena, as famílias sentem os efeitos psicológicos somados aos impactos da destruição da fauna e flora.

Estêvão explica que, além do afugentamento dos animais para outras áreas e a resultante escassez da caça, a perda da vegetação nativa impede o extrativismo praticado tradicionalmente pelas famílias, importante por motivos que excedem a segurança alimentar sob risco.

“Está integrado o olhar territorial, o processo holístico e tradições orais. São as mães que levam os jovens para as matas, há o ensinamento de manusear e conhecer os frutos, o que tá envolvido na área do ponto de vista do sagrado também”, diz.

O Movimento SOS Filhas do Cerrado e do Pantanal planeja realizar o levantamento das comunidades e famílias interessadas em assessoria técnica para apoiar ações de reflorestamento e reconstrução de hortas e roças. A ideia é mapear o número de famílias interessadas e o total de área por comunidade, identificando a quantidade de hectares para apoio nos plantios.

“Tá tudo morto. Viver não vai mais, né? Tem que esperar chover para nascer outros tipos de erva e de mato. Agora tá tudo seco. Não tem mais nada verde. Tudo seco, tudo morto”, repete Benedita Taques, uma das beneficiárias da ação, em minidocumentário produzido pelo ICV

As mulheres do movimento ressaltam a importância da campanha como resultante da articulação, união e apoio entre os três grupos rurais das áreas atingidas – quilombolas, pantaneiras e indígenas, mas que medidas em outras estâncias devem ser tomadas para apoio às populações.

“Quando nos unimos enquanto sociedade civil para arrecadação, estamos trabalhando num apoio emergencial, mas entendemos que precisa de políticas públicas para atender de maneira efetiva essas comunidades”, avalia Paty.

Eliane afirma que existe a necessidade de um planejamento para a época da seca nos biomas de Mato Grosso – Pantanal, Cerrado e Amazônia – nos próximos anos.

“Foi um fogo fora do normal e não queremos que vire regra. Os biomas são atacados e os seus habitantes sofrem com essas ameaças. São nossa casa e da nossa casa a gente cuida bem. A fauna e a flora estão interligadas com os povos”.

 


Lançamento do Livro: BARDO

 

Uma Obra escrita por 24 poetas mato-grossenses, uns de chapa, outros de coração.

BARDO– Versos e Rimas é um projeto da Umanos Editora, escrito por com 24 coautores regionais, uma oportunidade para lançamento de novos poetas no mercado literário. No entanto, é uma obra com veteranos no mundo da poesia, como a escritora e poetisa Marília Beatriz de Figueiredo Leite, membro da Academia Mato-grossense de Letras(in memoriam). Com muito carinho, ela compôs lindas poesias para livro Bardo, pouco antes da partida dela.

A organização geral do livro é do escritor Néliton Góis, diretor de marketing da Umanos Editora. O livro consiste em poesias de diversos gêneros poéticos, uma literatura com requinte de uma escrita singular e com diversidade nos temas, que são contemporâneos, com significado ímpar para provocar reflexões aos leitores.

Os poetas desse projeto são de várias áreas de atuação, publicitários, jornalistas, filósofos, professores, funcionários públicos e empresários. Todos com único objetivo, mostrar a leveza em cada palavra e que poetizar pode acontecer, basta querer.

A Umanos Editora lança escrita que direciona o leitor à uma viagem por entre espaços, situações e o tempo. Um livro para quem gosta de ver o modernismo, o minimalista e a contemporaneidade de uma escrita com um sentido e liberdade poética, desde a narração quanto à erudição.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      

O livro será lançado no dia: 24 de Novembro/2020 (terça-feira)

Horário:18h30Local:Sesc Arsenal–Rua 13 de junho, s/n–Centro Sul, Cuiabá/MT.

 Serviço:

Título do livro: Bardo – Versos e Rimas

Gênero: Literatura Brasileira / Poesia

Páginas: 116 / Edição: 1ª / Preço: R$ 30,00 / Formato: 14 x 21cm / Acabamento: Brochura

ISBN: 978-65-990096-0-0 Categoria: Poesia/ Literatura brasileira;

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2020. (www.umanoseditora.com.br).

 SOBRE A EDITORA: Umanos Editora publica e comercializa obras de diversos gêneros, dentre os quais se destacam no portfólio, livros de história mato-grossense, espiritualidade, autoajuda, fantasia, infanto-juvenil, poesia, direito, administração, empreendedorismo, gestão, contos, saúde e psicologia. O que motivou a existência da Umanos Editora foi a concessão de oportunidade para facilitar o processo de publicação de uma obra para quem escreve e o auxílio para desenvolvimento de quem deseja escrever.

Por que Umanos com a letra “U”? Esta é uma peculiaridade do empreendimento que chama a atenção do público. Veja: Umanos é um termo que significa: Universalidade do conhecimento; União; Unificação da sabedoria. O formato côncavo da logomarca, voltado para cima, representa abertura para as possibilidades no universo do conhecimento. Na dimensão de uma visão sistêmica, Umanos representa a unicidade, uma convergência de possibilidades.

  Contato: Néliton Góis - Diretor de Marketing- WhatsApp: 65-9 9629-3453E-mail: [email protected]


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